O Amor encoraja

Expectativas irreais geram decepções.

Esperanças inadequadas criam frustração.

Se exigimos que o(a) outro(a) seja sempre pontual, esteja sempre bem aprumado(a) , que atenda a todas as nossas necessidades, é muito provável que passemos boa parte da vida dececionados.

Mas se formos realistas e entender que ele(a) é humano(a), umas vezes esquecido(a), outras vezes desatento(a), então, mais do que estarmos sempre a perdoar, ficaremos satisfeitos quando ele(a) for responsável, amoroso(a) e gentil.

O divórcio é quase inevitável quando as pessoas não permitem que o cônjuge seja humano.

Já o amor coloca o foco na responsabilidade e no crescimento pessoais: em primeiro lugar exijo-me ser melhor e, em relação aos outros, o que faço é encorajar.

Quando criticamos os outros e exigimos muito deles, o problema reside no facto das críticas nunca serem totalmente objetivas. E quem as ouve fica sempre pessoalmente magoado.

Além disso, quem passa a vida a corrigir o(a) outro(a), porque está sempre a desaprová-lo(a), assume uma atitude quase bélica de ataque, mas também defensiva, enquanto o(a) outro(a) tende a imitar este comportamento.

Assim, em vez de crescer juntos, acabam por magoar-se e afastar-se.

O amor ensina a dar espaço para que cada qual seja ele(a) mesmo(a).

O amor, cuja fonte é o próprio Deus, une duas pessoas imperfeitas, e faz com que se encorajem mutuamente para vencerem as imperfeições.
A Bíblia diz: «Fortalecei as mãos débeis, e robustecei os joelhos vacilantes» (Isaías 35, 3). «Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente» (1 Tessalonicenses 5, 11,14).

Desafio para hoje: Vou lembrar-me de uma área sobre a qual me disseram que estava a criar expetativas erradas. Vou emendar-me e prometer amor incondicional.

Anotar na folha quando o desafio estiver completo: Quais são as melhores maneiras de lidar com as divergências?

Inspirado no Livro ‘O Desafio de Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

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