A ‘Carta da Esperança’ é uma proposta dos jovens cristãos das Igrejas Católica, Lusitana, Metodista e Presbiteriana. Foi elaborada no no XIV Fórum Ecuménico (FEJ 2012):
www.ecumenismojovem.org/files/mensagem_XIV_FEJ.pdf
www.ecumenismojovem.org/files/mensagem_XIV_FEJ.pdf
Interpelados pela exortação bíblica “Valoriza a juventude que há em ti!” (1 Tim 4,12), os jovens descobrem-se chamados a valorizar os seus dons, num mesmo compromisso e animados pela mesma esperança. Por isso, afirmam:
Somos chamados à comunhão, e queremos viver na esperança de um dia superarmos as divisões que ainda existem entre nós.
Somos chamados à missão, pois temos a esperança de anunciar juntos, de forma credível, pela palavra e pela ação, a mensagem do Evangelho.
Somos chamados a construir mais justiça, pois mantemos acesa a chama da esperança de vivermos num mundo onde todas as pessoas serão respeitadas na sua dignidade.
Somos chamados ao compromisso por uma Europa mais humana e social, onde vençam os direitos humanos, a paz, a liberdade, a tolerância, a participação e a solidariedade entre todos.
Somos chamados ao perdão, com a esperança de resolvermos pacificamente todos os conflitos.
Somos chamados a uma cidadania responsável, com a esperança de combatermos o desemprego, a discriminação racial, a xenofobia, a exclusão.
Somos chamados a uma consciência ecológica, com a esperança de que o nosso mundo será sustentável e a mãe natureza a casa comum de todos.
Somos chamados a servir, vendo em cada pessoa uma irmã ou um irmão, com a esperança bíblica de que é dando que se recebe.
Somos chamados a espalhar a alegria de sermos filhas e filhos amados de Deus, para encontrarmos um sentido para a vida mesmo nos dias mais cinzentos.
Somos chamados a despertar e a procurar Deus com a esperança de que um dia encontraremos o Seu olhar de ternura.
Somos chamados a ser sal e luz com a esperança de que Cristo dá sabor às nossas vidas e ilumina os nossos caminhos.
Somos chamados a dar de graça porque de graça tudo recebemos das mãos de Deus.
Somos chamados à simplicidade de vida, para que o essencial resplandeça nas nossas opções e no nosso jeito de ser.
Somos chamados a gritar bem alto a nossa esperança porque, mesmo em tempo de crise profunda, quem a Deus tem nada lhe falta, pois só Ele basta.

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