«Não tens desculpa tu, ó homem,
quem quer que sejas, que te armas em juiz. É que, ao julgares o outro, a ti
próprio te condenas, por praticares as mesmas coisas, tu que te armas em juiz»
(Carta aos Romanos 2, 1).
Nas últimas décadas, tem ocorrido
um declínio no que diz respeito à responsabilidade pessoal pelo que acontece de
bom e de mal. Cada vez mais as pessoas parecem menos conscientes dos próprios
erros. Vemos isso na política, nos negócios, em muitos títulos e imagens de
notícias.
Com imensa facilidade, arranjamos
sempre uma desculpa para cada ato. Somos rápidos a justificar os nossos motivos,
a desviar-nos da crítica.
Temos tendência a acreditar que a
nossa visão é a correta, ou pelo menos, muito mais correta que a dos outros. E
não acreditamos que qualquer outra pessoa, nas mesmas circunstâncias, agiria de
forma muito diferente de nós.
O orgulho é muito resistente à
responsabilidade, mas o amor, na forma de humildade e honestidade diante de
Deus e dos outros, é crucial para um relacionamento saudável.
O amor não culpa nem se justifica.
O amor também não dá desculpas. O amor trabalha continuamente para esclarecer a
pessoa do seu erro e anima a trabalhar na mudança.
O amor é responsável e exige
responsabilidade.
Desafio
Examinarei as áreas onde tenho
errado. Peço o perdão de Deus e faço propósito de emenda.
Inspirado no Livro ‘O Desafio de
Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

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