Os padres Marcelo Rossi e Fábio de Melo desabafaram na televisão e nas redes sociais.
O padre Marcelo Rossi sofreu de um quadro depressivo importante, subsequente a uma anorexia. Ele afirmou em entrevistas que, antes de adoecer, achava que depressão era frescura. Hoje ele sabe que é doença.
O Padre Fábio de Melo falou sobre a síndrome do pânico que o acometeu. Ele relatou que passou uma semana trancado em casa, com sensação de morte e tristeza profunda. Contou que nunca chorou tanto na vida e que pensa em fazer terapia. No momento, para conseguir cumprir com sua agenda de compromissos, passou a ser medicado.
«São meus colegas mais novos de sacerdócio e fazem um grande bem cada um do seu jeito e com o seu talento», comentou o padre Zézinho na sua página de Facebook: https://www.facebook.com/padrezezinhoscj
O padre Marcelo Rossi sofreu de um quadro depressivo importante, subsequente a uma anorexia. Ele afirmou em entrevistas que, antes de adoecer, achava que depressão era frescura. Hoje ele sabe que é doença.
O Padre Fábio de Melo falou sobre a síndrome do pânico que o acometeu. Ele relatou que passou uma semana trancado em casa, com sensação de morte e tristeza profunda. Contou que nunca chorou tanto na vida e que pensa em fazer terapia. No momento, para conseguir cumprir com sua agenda de compromissos, passou a ser medicado.
«São meus colegas mais novos de sacerdócio e fazem um grande bem cada um do seu jeito e com o seu talento», comentou o padre Zézinho na sua página de Facebook: https://www.facebook.com/padrezezinhoscj
Creio que acharam honesto expor o seu sofrimento, porque muita gente sofre semelhantes dores. Portanto foram testemunhos não de gloria, mas de sofrimento!
Como sempre, há quem reaja a favor, contra, ou como quem sabe a resposta que nem os doutores em psicologia ou teologia não sabem o suficiente.
Mas como gosto deles, digo que arriscaram. Imagino que sabiam o que faziam.
Lido com a comunicação social há 45 anos. Dei aulas por 32 anos. E sei que contar as suas dores pela TV ou pelas redes sociais é como deixar examinar o coração e os rins por curiosos que não estudaram medicina.
Imagino que sabiam das consequências. A nossa Igreja criou o confessionário e os psicólogos e psiquiatras montam consultórios para que curiosos não opinem sobre as dores da alma.
Mas discordo frontalmente dos que disseram que as dores dos dois jovens sacerdotes foi falta de oração e de fé. Deveriam ler Davi, Jeremias, Teresa de Ávila, João da Cruz e de muitos santos que oravam muito e serviram o povo, mas passaram pela noite escura da alma.
O facto de eu não ter passado por esta escuridão não me faz nem mais sábio, nem melhor do que os que sofrem esta angústia!
Oremos por todos nossos amigos que tem dores de alma! Elas existem!»



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