Bem-aventurados os que me olham com simpatia.
Bem-aventurados os que usam de compreensão para o meu lento caminhar.
Bem-aventurados os que falam em voz alta para superar a minha surdez.
Bem-aventurados os que apertam com ternura as minhas mãos trémulas.
Bem-aventurados os que se interessam pela minha longínqua juventude.
Bem-aventurados os que não se cansam de ouvir as minhas histórias tantas vezes repetidas.
Bem-aventurados os que compreendem a minha necessidade de carinho.
Bem-aventurados os que me dedicam parte do seu tempo.
Bem-aventurados os que se lembram da minha solidão.
Bem-aventurados os que me acompanham no meu sofrimento.
Bem-aventurados os que alegram os últimos dias da minha vida.
Bem-aventurados os que me acompanharem no momento da morte.
Quando entrar na minha Vida sem fim, recordar-me-ei sempre deles!
Bem-aventurados os que usam de compreensão para o meu lento caminhar.
Bem-aventurados os que falam em voz alta para superar a minha surdez.
Bem-aventurados os que apertam com ternura as minhas mãos trémulas.
Bem-aventurados os que se interessam pela minha longínqua juventude.
Bem-aventurados os que não se cansam de ouvir as minhas histórias tantas vezes repetidas.
Bem-aventurados os que compreendem a minha necessidade de carinho.
Bem-aventurados os que me dedicam parte do seu tempo.
Bem-aventurados os que se lembram da minha solidão.
Bem-aventurados os que me acompanham no meu sofrimento.
Bem-aventurados os que alegram os últimos dias da minha vida.
Bem-aventurados os que me acompanharem no momento da morte.
Quando entrar na minha Vida sem fim, recordar-me-ei sempre deles!

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