Aos pais que amam, que protegem, que educam, que respeitam,
que ajudam a crescer, que estabelecem limites, que transmitem valores, que
ensinam a respeitar e a ser respeitados, que estão presentes, que ensinam a
cumprir as regras!
Os pais devem ser uma figura de referência na vida de uma
criança. A criança precisa do pai e da mãe. Precisa de ambos, na sua vida.
Quando um deles, por qualquer motivo, falta, há um desequilíbrio. Se pensarmos que o pai e a mãe são os dois braços da balança, facilmente percebemos a importância do papel de ambos no equilíbrio do desenvolvimento positivo na criança.
Devemos ter presente que as crianças de hoje serão os
adultos de amanhã. Eles irão replicar os modelos comportamentais que
aprenderam. O papel dos pais é essencial para o desenvolvimento da criança. Mas
a sua importância, não se extingue na infância; os pais devem ser um exemplo a
seguir. No percurso da vida, os pais são um elemento que deve ser constante na
vida do seu filho.
Nas palavras do Papa Francisco, “a primeira necessidade é
essa: que os pais sejam presentes na família, homem e mulher próximos um ao
outro para partilhar tudo e que seja próximo aos filhos no seu crescimento (…)
“Pais presentes sempre” No entanto “presentes” não é o mesmo que ser
“controladores”, porque os pais muito controladores acabam por anular os
filhos, não os deixam crescer.
Os pais devem ser um porto seguro, uma mão que guia,
auxilia, não só na infância. Devem ser referência, alguém a quem sempre podemos
recorrer ao longo da vida!
Se os pais tiverem tempo de qualidade para os filhos
enquanto estes crescerem, eles irão lembrar-se disso quando for a sua vez de
lhes dar tempo de qualidade... Devemos lembrarmo-nos de que as crianças nem
sempre ouvem o que lhes dizemos, mas sempre veem o que fazemos... Por isso,
cuidado com os exemplos, eles acabam por se refletir no futuro, espelhando as
nossas ações do passado.
Quando o tema é o valor do papel dos pais, o Papa Francisco
refere algumas expressões do Livro dos Provérbios, que mostram o orgulho dos pais
quando conseguem transmitir sabedoria ao filho.
“Pai e mãe sabem bem quanto custa transmitir essa herança,
quanta proximidade, doçura e firmeza.”
Quando um deles, por qualquer motivo, falta, há um desequilíbrio. Se pensarmos que o pai e a mãe são os dois braços da balança, facilmente percebemos a importância do papel de ambos no equilíbrio do desenvolvimento positivo na criança.
Sandra Alves, mediadora familiar,
em Cruz-Alta,
boletim das paróquias de Sintra

Comentários
Enviar um comentário