Poema dedicado a todas as mulheres incríveis

Ela tinha uma liberdade tão grande na sua alma, que até as borboletas queriam acompanhá-la.

Ela tinha sonhos tão intensos como o céu em tardes de verão.

Ela sonhava com alguém que chegasse a casa, visse o seu olhar e soubesse que a coisa que ela mais queria naquele momento era um abraço que curasse as dores.

Ela sempre quis tocar o céu e desenhava nos seus quadros a mais pura ilustração do seu ser.

Ela era mulher.

Não.
Ela era menina.

Ela tinha a menina dos olhos na palma da mão.

Ela cantava com os pássaros e iluminava onde passava.

Ela era cheia de cor, parecia um arco-íris.

Ela queria tomar café no campo num dia de domingo.

Ela sonhava sem parar.

Ela dormia e acordava com a brisa leve sobre seu rosto.

Ela era abençoada, era tão querida.

Ela apanhava todas as pedras do caminho e colocava na sua bolsa, pesada.

Ela gostava de ler livros, tinha a pele macia e a sua pele exalava o perfume da paixão.

Ela era apaixonada pela vida, ela era feliz e não se perdia por pouco.

Ela queria ser espelho da alma de alguém, ela era intensa, ela era doce, no fim das contas, ela levava no seu peito o desejo de ser AMADA.

Ela também era caçadora de SONHOS."

Vitor Ávila, escritor, de São José dos Campos, São Paulo, Brasil

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