Viver o Advento e o Natal como desafio de crer, esperar e amar - Dia 1


1.° Dia – 2 de dezembro de 2012

O Amor é paciente




 ‘Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor’ (Efésios 4:2).

O amor funciona. É o mot(ivad)or mais poderoso da vida, e tem uma profundidade e um significado bem maiores do que a maioria das pessoas pensa.
O amor faz sempre o que é melhor para os outros e tem o poder de nos fortalecer para enfrentar grandes problemas.
Nascemos com uma sede perpétua de amor. O nosso coração precisa de amor, tal como os nossos pulmões precisam de oxigénio.
O amor muda as nossas motivações de viver.
Todo e qualquer relacionamento se torna significativo com ele. Nenhum casamento é bem sucedido sem amor; nenhum laço familiar existe sem ele; nenhum laço de amizade perdura sem ele.
O amor é construído sobre dois pilares que melhor definem o que ele é. Esses pilares são a paciência e a bondade. Todas as outras características do amor são extensões desses dois atributos. E é aqui que começa o desafio: com a paciência.

O amor inspira-nos a ser pessoas pacientes.
Quando decido ser paciente, respondo de maneira positiva a uma situação negativa. Sou tardio em irar-me. Prefiro ter um “rastilho longo” a irritar-me facilmente.
Ao invés de ser impaciente e exigente, o amor ajuda-me a acalmar-me e a transmitir misericórdia aos que estão ao meu redor. A paciência traz a calma interior no meio da tempestade exterior.

Ninguém gosta de ter uma pessoa impaciente por perto. Estar próximo de alguém assim faz reagir com raiva, insensatez e de maneiras lamentáveis. A raiva quase nunca torna as coisas melhores. Na verdade, geralmente ela cria mais problemas. Mas a paciência paralisa o desenvolvimento dos problemas. A paciência, mais do que morder a língua, mais do que bater com a mão na boca, é respirar fundo. A paciência purifica o ar. Ela impede a insensatez de espalhar veneno por todo o lado. Ter paciência é escolher controlar as emoções em vez de permitir que elas nos controlem. É demonstrar perdão ao invés de pagar o mal com o mal.

A paciência torna-nos sábios. Ela não se apressa em julgar, mas ouve o que a outra pessoa diz. Ela aguarda, enquanto a raiva deseja invadir com violência. A paciência aguarda para ver toda a situação antes de julgar.

A Bíblia diz: “o homem paciente dá prova de grande entendimento, mas o precipitado revela insensatez” (Provérbios 14, 29).

Assim como a falta de paciência fará do seu lar uma zona de guerra, a prática da paciência estimulará a paz e a tranquilidade. “O homem irritável provoca dissensão, mas quem é paciente acalma a discussão” (Provérbios 15:18).

A paciência é o lugar onde o amor encontra sabedoria. E todo o casamento precisa desta combinação para permanecer saudável.

O homem e a mulher sábios verão a paciência como um ingrediente essencial no casamento.

Desafio: Ser paciente é como uma maratona, não como uma corrida de 100 metros.

Desafio de hoje: Decido demonstrar paciência e não vou dizer nada de negativo para o meu cônjuge. Se a tentação surgir, não direi nada. É melhor segurar a língua do que dizer algo de que possa se arrepender depois.

Posso anotar numa folha quando o desafio de hoje estiver completo:
- Aconteceu alguma coisa hoje que me deixou com raiva para com o meu cônjuge? –
- Fui tentado(a) a ter pensamentos condenáveis e a expressá-los com palavras?
‘Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se’ (Tiago 1, 19).

Inspirado no Livro ‘O Desafio de Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

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