11.° Dia – 12 de dezembro de 2012
O Amor cuida
«Sede suporte uns dos outros, no
respeito que tendes a Cristo: as mulheres, aos seus maridos como ao Senhor ... Maridos,
amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela» (Efésios
5, 21-25)
Música de meditação:
Música de meditação:
Conto duas histórias:
Outro homem, um engenheiro, magoa
acidentalmente uma mão num equipamento. Vai para o hospital, faz o raio-x e
descobre-se que tem vários ossos fracturados. Apesar de frustrado e com muitas
dores, ele usa as suas finanças de bom grado para ter a mão medicada e
restaurada, submetendo-se, inclusive, a meses de fisioterapia.
A cultura da sociedade atual
tende a tratar o casamento como o homem da primeira história tratou o carro. E
troca-se o cônjuge por um “modelo mais novo”.
A verdade do casamento cristão é
semelhante ao segundo caso. Somos parte um do outro. Como nunca arrancaríamos a
sua mão quando estiver ferida, dispomo-nos a sarar as feridas do nosso
casamento, tanto físicas como espirituais, e não hesitamos em pedir ajuda a pessoas
idóneas se for necessário.
O casal cristão tem a missão de
mostrar ao mundo que o amor domina o pensamento. É hora de entender que os cônjuges
são tão parte um do outro como qualquer membro faz parte do corpo. E que a
solução, quando um dos dois precisa de cuidados, é amá-lo. Se existe algo a causar
dor e frustração, a solução é tratar isso com o mesmo amor e ternura como se trata
uma ferida corporal. A missão de um cônjuge é ser instrumento que ajuda a levar
a cura à vida do outro cônjuge.
Não permitamos que a cultura ao nosso
redor determine o valor do casamento. Compará-lo a algo que pode ser descartado
ou substituído é desonrar o propósito de Deus quando nos criou à sua imagem e
semelhança, homem e mulher.
O casamento é a expressão do amor
entre duas pessoas imperfeitas que escolheram amar-se uma a outra apesar de
tudo.
Desafio para hoje: Pegando na
imagem do corpo, pensemos acerca do modo como tratamos o corpo físico do nosso
cônjuge. Cuidamos dele como cuidamos do nosso? Dirigimo-nos a ele com respeito
e ternura? Assim como aprecia os nossos próprios olhos, mãos, pés, etc., devemos
apreciar o nosso cônjuge como quem aprecia o presente mais valioso.
Anotar na folha quando o desafio estiver
completo: O que aprendi hoje com esta experiência/consciência de que «Aquele(a)
que ama o(a) seu/sua esposo(a) ama-se a si mesmo» (Efésios 5, 28)?
Inspirado no Livro ‘O Desafio de
Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

Muito Bom. De facto o outro é parte de mim. Já não são dois... Entretanto esquecemos.
ResponderEliminarO consumismo invsde toda a nossa vida. Precisamos acordar. Reflectir sobre os valores assumidos e os valores vividos. Temos a certeza de que na vida nada é acabado, tudo é devir. Também o amor está sempre em mudança, sempre a caminho da perfeição. Pedimis ao Senhor coragem para renovar e f´para sempre recomeçar na busca da perfeição maior.