(presépio de Rita Matias)
De um amigo da Fraternitas, este "poema do
natal intemporal"
de que tanto gostamos e queremos partilhar.
Votos de Boas Festas num abraço de amizade
Graça e Pacheco de Andrade
Natal: palavra feita, ou a fazer?
Deus nascido, ou a nascer?
Flor, espinho ou fruto?
Humano produto de humana condição,
ou certeza de um Deus que é nosso irmão?
Ah, não me pergunteis o que é Natal.
Bem o sentis e sabeis
nesse clarão de alma diferente,
nessa vontade de ser cordeiro,
de se fazer irmão de toda a gente,
de dar presentes sem ter dinheiro
e de se dar em todos os presentes
LOPES MORGADO
in AGORA QUE NASCI – poema
do natal intemporal
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