14.° Dia – 15 de dezembro de 2012
O Amor sente prazer
«Goza a vida com a mulher que
amas, durante todos os dias da tua fugaz existência que Deus te concede debaixo
do Sol» (Eclesiastes 9, 9).
Uma das coisas mais importantes
que devemos aprender é que não devemos apenas seguir o coração, mas temos a
obrigação de o guiar, orientar, com a mente, e ajudar com todos os cinco
sentidos. Isto para não permitir que os sentimentos e as emoções assumam o
controlo.
Basta imaginar-nos numa viagem de
automóvel. Sem ver, sem ouvir, sem o tato, sem olfato (o gosto aqui não será
propriamente necessário) as decisões do coração de nada valeriam.
O casamento é uma longa viagem. E
ninguém vive sempre apaixonado (como se houvesse sempre sentimentos bons), e também
é muito difícil amar alguém só por obrigação (como se persistissem os
sentimentos maus).
No amor, é preciso guiar o
coração com a mente e os sentidos. Apreciar o cônjuge, segurar as mãos,
caminhar com ele, partilhar refeições, elogiar o perfume… Tudo isso alimenta os
motivos para se apaixonar sempre e de novo. Porque, aquilo por que nos
apaixonamos no outro é o seu caráter, a sua personalidade – com o bom e com as manias,
e tudo o mais – e isso aprende-se e aprecia-se com a convivência.
A personalidade de cada um tem
uma matéria prima que não se pode alterar. Podemos compará-la ao barro, à
plasticina. O material existe, com o seu tamanho, a sua consistência. Todavia,
pode ser moldada, adaptada. E para isso contribui, em primeiro lugar, a imagem
que cada um tem de si, e, depois, o reflexo que tem em cada um a imagem que os
outros fazem dele.
Como diz a fórmula:
Eu sou
o que sou,
o que penso que sou
o que os outros pensam que eu sou
o que eu penso que os outros pensam que eu sou
e o que os outros pensam que eu
penso que eles pensam que eu sou
Apreciar o cônjuge e elogiá-lo
contribui para moldar a sua personalidade e, desse modo, receber mais motivos
para continuar apaixonado
Desafio pêra hoje: Vou ler o
livro Cântico dos Cânticos (são oito capítulos).
Anotar na folha quando o desafio
estiver completo: Tive de deixar de lado alguma atividade que faria
habitualmente para gastar algum tempo de qualidade a cantar o meu amor à luz da
Palavra de Deus?
Inspirado no Livro ‘O Desafio de
Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

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