5.° Dia – 6 de dezembro de 2012
O Amor não maltrata
«Saudar um vizinho aos gritos, de
manhã cedo, pode ser considerado por ele como uma maldição» (Provérbios 27, 14).
Nada irrita o outro tão
rapidamente quanto à brutalidade.
Arrogância é dizer coisas desnecessárias
ou fazer coisas desagradáveis para ao próximo.
Ser rude é ser inconveniente,
constrangedor ou irritante.
No casamento, isso pode ser o
hábito de ser sarcástico, o ser mal-educado.
Os comportamentos rudes podem
parecer insignificantes para a pessoa que é grosseira, mas é desagradável para
aqueles que recebem a ofensa.
Quando somos guiados pelo amor,
fazemos com que o nosso próximo se sinta confortável onde estiver.
O amor verdadeiro presta atenção ao
comportamento. Ao exercitar as boas maneiras expressamos um significado preciso:
“Eu te valorizo o suficiente para exercitar o autocontrolo perto de ti. Eu
quero ser uma companhia agradável.”
Há duas razões principais pelas
quais as pessoas são rudes: ignorância e egoísmo.
Desafio: Ponhamo-nos à prova com
essas perguntas:
· Como é que o meu cônjuge se
sente com o meu modo de agir e de falar com ele?
· Como é que o meu comportamento
afeta o sentido de auto-estima e de importância do meu cônjuge?
· O meu cônjuge diria que eu sou
uma bênção?
Desafio para hoje: vou examinar o
meu comportamento para descobrir e evitar o que torna a vida desagradável ao
meu cônjuge. Se for oportuno, pedir ao cônjuge que diga três coisas minhas que
o deixam desconfortável e irritado. E não vou justificar o meu comportamento. Vou
apenas preocupa-me com a perspectiva dele.
Anotar numa folha quando o
desafio estiver completo:
- Quais foram as três coisas que
o meu cônjuge disse sobre mim que precisam da minha atenção?
- Como reagi ao ouvi-las?
- O que pretendo fazer para melhorar
essas áreas?
Inspirado no Livro ‘O Desafio de
Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

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