23.° Dia – 24 de dezembro de 2012
O Amor protege sempre
«O amor tudo sofre» (1 Coríntios
13, 7)
O casamento é feito de uma série
de elementos, incluindo alegrias, tristezas, êxitos e fracassos.
A última ideia que imaginaríamos
para o casamento é que ele se parecesse com um campo de batalha. Contudo,
existem algumas batalhas que devemos estar mais do que dispostos a enfrentar.
Estas batalhas estão ligadas à proteção do cônjuge.
O casamento tem inimigos
externos. Eles aparecem de diferentes formas e utilizam estratégias diferentes,
mas o objetivo é o mesmo: conspirar para destruir o enlace.
Há influências prejudiciais: comentários,
hábitos de vida – como o trabalho, o lazer –, a Internet, a televisão, as
revistas… que oferecem elementos que distraem ou privam o casal de ter momentos
preciosos de vida em comum.
É preciso lutar para manter o
equilíbrio e evitar o que desconecta o casal.
«Pensar no outro já é estar perto
dele» (Richard Bach, em Não há longe nem Distância). Isso é certo entre os
vivos e na comunhão com os defuntos.
Há relacionamentos doentios: nem
todos são bons amigos.
Há momentos de inferioridade e
fraqueza que expostos podem fragilizar o casal. Então, é preciso resguardar a
intimidade evitando a sua exposição pública ou fortalecer-se para não dar aos
outros o poder de nos cobrir de vergonha.
A Bíblia fala do amor protetor
com a imagem do Bom Pastor.
As esposas têm o papel de
protetora no seu casamento: “Toda mulher sábia edifica a sua casa; a Insensata,
porém, derruba-a com as suas mãos” (Provérbios 14, 1).
Os maridos têm o papel de
protetor no seu casamento: “Se o dono da casa soubesse que vigília da noite
havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa” (Mateus 24, 43).
Desafio de hoje: Vou ler João 10.
Anotar na folha quando o desafio estiver completo: Quais são
os “lobos maus” no meu relacionamento conjugal?
Inspirado no Livro ‘O Desafio de
Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

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