D. José Manuel Cordeiro, bispo de
Lamego
Jesus é o
caminho que conduz a Deus Pai. Com efeito, no IV Evangelho Ele mesmo se
identifica com o caminho: «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém pode
ir até ao Pai senão por mim. Se ficastes a conhecer-me, conhecereis também o
meu Pai. E já o conheceis, pois estais a vê-lo»1. Por isso, Jesus, o Filho, é o
caminho para o Pai, na medida em que Ele mesmo é a verdade e a vida. Com Ele,
nós somos então filhos no Filho. Na realidade, só quem reconhece o Pai é que se
considera filho.
Mas, neste
discurso de adeus aos seus discípulos começa por lhes pedir a fé: «não se
perturbe o vosso coração. Credes em Deus; crede também em mim»2. Acreditar é,
portanto, seguir o caminho de Jesus e sobretudo seguir Jesus, o caminho. Ele
próprio inaugurou um modo novo de caminhar para o encontro com Deus. Tal
novidade levou os primeiros cristãos a autodefinirem-se pessoas do caminho.
Esta é, portanto, a condição de toda a Igreja, povo em caminho para o reino da
verdade, da justiça, da paz e do amor.
Na grande
peregrinação da vida, Maria é um caminho seguro e fiel no seguimento de Cristo,
como recordou o Papa Bento XVI: «neste ideal cenáculo de fé que é Fátima, a
Virgem Mãe indica-nos o caminho para a nossa oblação pura e santa nas mãos do
Pai. Permiti abrir-vos o coração para vos dizer que a principal preocupação de
todo o cristão, nomeadamente da pessoa consagrada e do ministro do Altar, há-de
ser a fidelidade, a lealdade à própria vocação, como discípulo que quer seguir
o Senhor»3. O oferecimento da vida4 identifica-se com o Amor, porque só o Amor
converte e muda o olhar do nosso coração.
Toda a
espiritualidade do oferecimento, à qual foram também convidados os pastorinhos
de Fátima, pode resumir-se nas palavras de Paulo, um homem que fez de Cristo o
primado da sua vida peregrina ao serviço do mistério da fé: «exorto-vos,
portanto, irmãos, pela misericórdia de Deus, a que ofereçais os vossos corpos
como hóstia viva, santa e agradável a Deus: este é o nosso culto espiritual»5.
Em Cristo e no seu Espírito, toda a existência cristã se torna um sacrifício
vivo e agradável a Deus, isto é, um autêntico culto espiritual, ou seja, a
liturgia da vida vivida como “caminho” no quotidiano, como exorta Paulo «se
vivemos no Espírito, sigamos também o Espírito»6.
1. A fé como
sentido
A fé é a
atitude fundamental da pessoa diante de Deus, ou melhor ainda «a fé é a mais
alta paixão do homem»7. Pela fé entramos na intimidade com a Trindade. Em
Fátima, do ciclo angélico, conhecemos duas orações dirigidas à Trindade: uma
breve «Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que
não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam»8; outra mais longa
«Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, (adoro-Vos profundamente e)
ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo,
presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios
e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu
Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos
pobres pecadores»9. Estas orações eram simbolicamente repetidas três vezes
pelos três pastorinhos.
Apesar de
serem consideradas fórmulas de oração influenciadas por outras orações
populares, é importante considerar a relação das crianças com o mistério
central da fé cristã. A primeira oração concentra-se no âmbito das virtudes
teologais: fé, esperança e caridade, numa atitude de profunda adoração do
mistério trinitário.
A nota
trinitária da mensagem de Fátima insere-se na essência do culto cristão, que «é
por sua natureza, culto ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, ou melhor – como
se exprime a Liturgia – ao Pai por Cristo no Espírito»10. Este é o sentido
específico e próprio da espiritualidade cristã, que é a Liturgia, qual oração
de Cristo e da Igreja. Efectivamente, a íntima relação que existe entre a fé, a
Liturgia e os sacramentos foi bem salientada pelo Vaticano II: «os sacramentos
estão ordenados à santificação dos homens, à edificação do Corpo de Cristo e,
enfim, a prestar culto a Deus; como sinais têm também a função de instruir. Não
só supõem a fé, mas também a alimentam, fortificam e exprimem por meio de
palavras e coisas, razão pela qual se chamam sacramentos da fé. Conferem a
graça, a cuja frutuosa recepção a celebração dos mesmos optimamente dispõe os
fiéis, bem como a honrar a Deus do modo devido e a praticar a caridade»11. Os
sacramentos têm a função de santificar, de edificar a Igreja e têm um alcance
litúrgico, como actos de culto. Como sinais têm a função de instruir no
mistério da fé. A liturgia é, portanto, o lugar dos sacramentos e a sua
celebração funciona como pedagogia da fé e da experiência cristã. Ainda, se
assegura que são sacramentos da fé, por um tríplice nível:
A) a fé é
anterior (supõem);
B) a fé está
neles (alimentam);
C) a fé é
posterior (fortificam).
A vida cristã
não pode existir sem eles, porque «o sacramento não é mero apêndice de um
processo de fé e de graça, mas é um dos seus elementos constitutivos»12.
2. Viver no
horizonte da fé
A referência
da vida é sempre Jesus Cristo – caminho, verdade e vida. Na Liturgia da festa
de Nossa Senhora de Fátima pedimos a Deus «orientai os nossos corações no
caminho da santidade e da paz»13, ou seja, suplicamos para viver no horizonte
da fé.
Ter fé não
significa estar isentos de dúvidas, nem sequer caminhar à luz da visão, nem
viver sem dificuldades e provas. Não
tenhamos medo
das crises de fé e de esperança, porque «a fé é esperança»14. A Igreja nasceu
de uma crise de esperança15. Todavia, todas as vezes que celebramos a
Eucaristia, fazemos memória daquele momento em que Jesus enfrentou a morte e o
abandono. Os discípulos ficaram sem palavras. E depois, esperavam a glória
eminente de Jesus e não apareceu. Mas é, precisamente, esta memória que faz da
Igreja um povo da esperança.
A última ceia
representa um desencontro de poder entre a força bruta e o poder do sinal. A
ceia de Jesus convida-nos à liberdade e a dar a própria vida, como rezamos na Oração
Eucarística: «Tomai, todos, e comei: isto é o meu Corpo que será entregue por
vós. Tomai, todos, e bebei: este é o meu Sangue, o Sangue da nova e eterna
aliança, que será entregue por vós e por todos, para remissão dos pecados –
Fazei isto em memória de Mim». Esta ceia é o ponto de reviravolta da história,
quando Jesus volta para o Pai. Um outro documento dos primeiros tempos refere a
necessidade da Eucaristia: «sine dominico non possumus» – «sem a Eucaristia
dominical não podemos viver»16. Sem Igreja não há vida cristã!
A ironia é
que, com a última ceia, Jesus inaugurou uma liberdade ainda maior e mais
radical do que Judas pudesse sonhar. Todavia, o nosso sacramento da Esperança é
celebrado num tempo em que parece não haver lugar para a esperança. Como
transmitir esta fé - esperança? Às vezes nós fomos e ainda somos muito
rigoristas e pessimistas, mas Deus quer que sejamos livres e ensinemos os
outros a serem livres em Cristo. A Igreja coloca-se numa atitude serviço, por
isso, o actual Papa escreveu: «não venho impor a fé, mas solicitar a coragem
pela verdade»17. Aprendamos a ser optimistas. Uma expressão natural da fome de
religião é andar em peregrinação.
Por ano,
milhões de pessoas vão a Roma, a Santiago de Compostela, à Terra Santa, a
Lourdes, a Fátima. A Taizé, quantos milhares de jovens peregrinam? O
cristianismo é a boa notícia que Deus nos criou para a felicidade, a felicidade
que Deus é Deus. «“Só no entusiasmo o ser humano vê exactamente o mundo. Deus
criou o mundo com entusiasmo”. A amêndoa escondida no cérebro transpirava gotas
de felicidade»18.
Podemos dizer
que «o cristianismo não era apenas uma «boa nova», ou seja, uma comunicação de
conteúdos até então ignorados. Em linguagem actual, dir-se-ia: a mensagem
cristã não era só «informativa», mas «performativa». Significa isto que o
Evangelho não é apenas uma comunicação de realidades que se podem saber, mas
uma comunicação que gera factos e muda a vida. A porta tenebrosa do tempo, do
futuro, foi aberta de par em par. Quem tem esperança, vive diversamente;
foi-lhe dada uma vida nova»19.
Ser cristão,
faz a diferença? O cristão deve ser uma testemunha, não de qualquer publicidade
religiosa, mas do mistério vivo;
deve ser um
sinal de esperança e de coragem. A coragem é uma qualidade do coração. A coragem
afasta do isolamento e faz de nós pessoas humildes, isto é, como diz Sta.
Teresa de Ávila, faz de nós buscadores da verdade. A humildade é andar na
verdade. Podemos até dizer que a humildade é o nome cristão da auto-estima. Ser
cristão significa receber a boa notícia que nos foi transmitida por aqueles que
viveram antes de nós. Para um cristão a
Tradição é
uma fonte contínua de novidade e de vitalidade. O cristianismo não é
propriamente uma religião, apesar de se incarnar e assumir formas religiosas. A
fé não é para produzir um “retorno do sagrado”, mas para transformar o mundo
com Cristo. Acreditar não significa só saber e proclamar que Deus existe:
significa aceitar ser postos em questão por tal verdade, antes de mais pela
escuta da Palavra, de um Deus que fala. É o encontro com Cristo que faz o
cristão. S. Pedro diz que o cristão é «aquele que ama o Senhor Jesus sem o ter
visto e sem o ver acredita nele»20. «Na realidade, o mistério do homem só no
mistério do Verbo encarnado se esclarece verdadeiramente»21.
3. A salvação
como pessoa que se dá
«É nossa
salvação glorificar-Vos, porque sois o único Deus vivo e verdadeiro». Assim
rezamos na Oração Eucarística IV da Liturgia Romana. Como povo escolhido por
Deus Pai e corpo do Cristo glorioso, sabemos que estamos implicados em parte no
misterioso projecto da salvação. E, porque ninguém nasce cristão mas, torna-se
cristão, é mediante a Iniciação Cristã, isto é, com os sacramentos do Baptismo,
do Crisma e da Eucaristia que somos iniciados e introduzidos na vida e na
missão da Igreja.
O Senhor
revelou a todos os povos a sua salvação. O próprio Jesus disse: «vim […] para
salvar o mundo»22. O mundo na sua totalidade. Deus Pai, quer que todos os
homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. Jesus rezou ao Pai,
para que Ele consagrasse na verdade, aqueles que são enviados a ser
proclamadores da Palavra, que é verdade e salvação.
Por vezes,
nós sublinhamos apenas um aspecto da salvação; isto é, a “salvação eterna”, a
recuperação final de cada homem na grande família do Paraíso. Sem dúvida que
Jesus tinha incluído também a salvação final. De facto, Ele disse: «o reino de
Deus já está no meio de vós»23.
“Salvação=
salus” é uma palavra latina que significa “saúde”. Jesus veio para trazer
“saúde” ao mundo…enfermo. Hoje, o mundo continua a estar doente nas suas
relações mais profundas. Está ferido, porque se feriu a si próprio… exactamente
quando se afirmou e continua a afirmar-se auto-suficiente. O homem está ferido
de auto-suficiência em relação ao meio ambiente em que vive, pretendendo
explorá-lo sem regras; em relação aos outros seres com os quais vive,
pretendendo dominá-los e instrumentalizá-los fora das leis do Senhor; e em
relação a Deus, de quem depende em tudo e para quem deveria viver.
A salvação de
que fala Jesus significa, em primeiro lugar, constituir família com e na
Trindade, a partir de agora, aqui na terra... para que depois se faça em
plenitude no Paraíso. É Deus que quer salvar todos os homens, para que cheguem
ao conhecimento da verdade e a verdade revelada é o Amor, que se realiza na
Beleza da Páscoa. Deste mesmo e único mistério, nós somos convidados a ser
testemunhas e missionários para narrarmos a Beleza invisível no quotidiano da
história.
4. A salvação
como dom
Acreditar em
Jesus implica, da parte do discípulo, a imitação do Mestre. Esta condição é
essencial para conhecer o Pai e acolher o caminho, que tem em si mesmo a
verdade e que conduz à vida. No coração da nossa fé está a cruz. Os cristãos
tiveram muita dificuldade em representar a cruz nos primeiros séculos. A
primeira representação que se conhece ressai ao século IV, na porta da Basílica
de Santa Sabina, no monte Aventino em Roma. Mas a Liturgia ensina-nos que «Ele
[Cristo] se oferece continuamente por nós e nos defende com a sua intercessão.
Foi imolado sobre a cruz, mas não morrerá jamais; foi morto, mas agora vive
para sempre»24. Não temos simplesmente um corpo, mas somos ontologicamente
corpóreos, isto é, somos um corpo. Jesus dá o seu corpo.
A morte de
Jesus é um facto nu e cru. Cada narração dos evangelhos é uma certa
interpretação do facto horrível da sua morte. Ao mesmo tempo, é a grande
novidade de quem nos pediu de amar os outros até ao dom da vida. Na Liturgia
das Horas do Tempo da Quaresma encontramos um paradoxo em duas antífonas de
Vésperas de Segunda-feira da II semana do saltério, referentes ao Salmo 44, que
nos introduzem bem neste mistério de beleza e de sofrimento: «sois o mais belo
dos filhos dos homens: a graça se derrama em vossos lábios» e «vimo-lo desfigurado,
pela tríade Verdade, Bem e Beleza, que dizer que esta última integra o
património íntimo que dá substância à própria Fé»25. Na oração, o crente
exprime-se com o coração, tratando a Deus por “Tu” num diálogo de amor. Para
quem não aconteceu ainda este encontro, pode apenas dizer: «falo de Deus na
terceira pessoa, leio sobre ele, ouço falar dele e sinto outros viverem dele
(peço que me deixem usar a letra minúscula de “ele”. Quem não acredita não tem
direito a usar maiúscula)»26.
Jesus não
veio inaugurar nenhum sistema novo de doutrina, Ele mesmo é o novo sistema de
doutrina. Na verdade, «no centro
da religião
não está aquilo que eu faço, mas aquilo que Deus faz»27. Por isso, a salvação
não se conquista, produz ou até se merece, mas acolhe-se como dom inestimável.
A oração colecta do dia 13 de Maio reflecte bem a gratuidade da salvação e a
colaboração humana: «Deus de infinita bondade, que nos destes a Mãe do vosso
Filho como nossa Mãe, concedei-nos que, seguindo os seus ensinamentos e com
espírito de verdadeira penitência e oração, trabalhemos generosamente pela
salvação do mundo e pela dilatação do reino de Cristo».
A fé da
Igreja olha para Maria, qual mulher fiel e admirável, portadora do dom da
salvação na pessoa de Cristo que se dá e se recebe: «recebendo o vosso Verbo em
seu Coração Imaculado, ela mereceu concebê-l’O em seu seio virginal e, dando à
luz o Criador do universo, preparou o nascimento da Igreja»28.
Conclusão
Para uma
viagem da vida com Cristo, o Beato J. Paulo II deixou-nos ainda o grande desafio:
«O homem, na plena verdade da sua existência, do seu ser pessoal e, ao mesmo
tempo, do seu ser comunitário e social – no âmbito da própria família, no
âmbito de sociedades e de contextos bem diversos, no âmbito da própria nação,
ou povo (e, talvez, ainda somente do clã ou da tribo), enfim no âmbito de toda
a humanidade – este homem é o primeiro caminho que a Igreja deve percorrer no
cumprimento da sua missão: ele é a primeira e fundamental via da Igreja, via
traçada pelo próprio Cristo e via que imutavelmente conduz através do mistério
da Encarnação e da Redenção»29. No pensar agir da Igreja, o homem é o caminho
da própria Igreja e Cristo é o caminho do homem.
A dinâmica do
caminho ou da peregrinação é a metáfora da nossa vida, ainda que digamos como
um poeta medieval: «eu vou, não sei para onde, eu venho, não sei de onde, eu
sou, não sei o quê, admira-me que mesmo assim eu ainda seja alegre»30. Nicolau
Cabasilas, um leigo do séc. XIV, descreve assim a íntima relação entre
Cristo-caminho e cada um de nós: «Cristo dá ao homem vida e crescimento,
alimento, luz e respiro. Abre os seus olhos e dá a luz e o poder de ver. Dá aos
homens o pão da vida, e este pão não é outra coisa que Ele mesmo. Ele é vida
para aqueles que vivem e um doce perfume para aqueles que respiram. Ele reveste
aqueles que querem ser revestidos. Ele reforça os viajantes e é o caminho. Ele
é tanto o refúgio ao longo da estrada, como a meta da viagem. Quando
combatemos, ele combate connosco. Quando discutimos, ele é o moderador. E
quando vencemos, ele é o prémio»31.
A vida do
cristão é um caminho para a luz plena de Deus por Jesus Cristo, como
agradecemos na Liturgia: «Pelo Vosso Verbo criastes o mundo e tudo governais
com justiça. Feito homem, Vos no-lo destes como mediador, para nos anunciar as
vossas palavras e chamar-nos a seguir os seus passos. Ele é o caminho que nos
conduz até Vós, e a verdade que nos liberta, e a vida que nos enche de
alegria»32. Nesta viagem da vida, Maria aparece como a estrela da nossa
esperança! Com Ela, a Senhora de Fátima, anunciadora de caminhos de paz e de
conversão, disponhamo-nos a percorrer os caminhos da fé, para que neles nos
reencontremos com Cristo-caminho.
Peregrinar a
um santuário como o de Fátima é percorrer um caminho com Maria na escuta da
Palavra, na celebração dos sacramentos (Eucaristia e Reconciliação), na oração
pessoal e comunitária para uma vida bela e alegre em Cristo-caminho para
Deus-Pai. Jesus Cristo, o caminho e o peregrino das nossas estradas do coração
e da vida, continua a convidar com o mesmo imperativo de sempre: «Segue-me»33.
NOTAS
1
Jo 14, 6-7.
2
Jo 14, 1.
3
BENTO XVI, Discurso aos Sacerdotes, Seminaristas e Diáconos, Fátima,
12.05.2010.
4
Cf. L. KONDOR-J.M. ALONSO (edd.), Memórias da Irmã Lúcia, Secretariado dos
Pastorinhos, Fátima 142010.
5 Rom 8,4; Cf. Gal 5,16.25.
6 Gl 5,25.
7 S. KIERKEGAARD, Timore e tremore, Mondadori,
Milano 2010, 108.
8
L. KONDOR-J.M. ALONSO (edd.), Memórias da Irmã Lúcia, Secretariado dos
Pastorinhos, Fátima 142010, 77.
9
L. KONDOR-J.M. ALONSO (edd.), Memórias da Irmã Lúcia, Secretariado dos
Pastorinhos, Fátima 142010, 79.
10
PAULO VI, Marialis Cultus 25.
11
Sacrosanctum Concilium 59.
12
L. MALDONADO, Sacramentalidad evangélica. Signos de la presencia para el amino
(Presencia teológica 41), Sal Terrae, Santander 1987, 27.
13
Oração sobre as oblatas, 13 de Maio.
14
BENTO XVI, Spe Salvi 2.
15
Cf. T. RADCLIFE, Ir à Igreja porquê. O drama da Eucaristia, Edições Paulinas,
Prior Velho, 2010.
16
Acta dos mártires da Abitínia.
17
Bento XVI, 17.01.2008, discurso previsto para a Universidade Sapienza, Roma.
18
E. DE LUCA, E disse, Feltrinelli, Milano 2011, 38.
19
BENTO XVI, Spe Salvi 2.
20 1Pd 1, 8.
21 Gaudium et Spes 22.
22 Jo 12,47.
23
Lc 10, 9.
24
Prefácio Pascal III.
25 J. TOLENTINO, «A peregrinação para o Santuário,
âmbito de cultura», in PONTIFICIO CONSIGLIO DELLA PASTORALE PER I MIGRANTI E
GLI ITINERANTI (ed.) Pellegrini al Santuario, Libreria Editrice Vaticana 2011,
217.
26
E. DE LUCA, Caroço de azeitona, Assírio & Alvim, Lisboa 2009, 8.
27 E. RONCHI, Dieci cammelli inginocchiati.
Variazioni sulla preghiera, Paoline, Milano 2004, 100.
28
MISSAL ROMANO, Prefácio de Nossa Senhora III, Maria, imagem e mãe da Igreja.
29
J. PAULO II, Redemptor Hominis
30
Poema citado por L. MARTI, Como um místico amarra os seus sapatos. O segredo das coisas
simples, Vozes, Petrópolis 2008, 14.
31 N. CABASILAS, La vita in Cristo (Fonti
medievali per il terzo millennio, 11), Città Nuova, Roma 32000, 67-68.
32
Prefácio da Oração Eucarística V/C.
33
Jo 21,19.

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