Fraternitas Movimento mostra-se preocupada com a atual tendência de abandono repentino e de corte definitivo com a Igreja de alguns padres

A Associação Fraternitas Movimento mostra-se preocupada com a atual tendência de abandono repentino e de corte definitivo com a Igreja de alguns padres.
"Temos assistido nos últimos tempos a um fenómeno que nos preocupa que é o da autodispensa: sacerdotes jovens e outros menos jovens que simplesmente abandonam o ministério e não querem fazer qualquer processo a pedir a dispensa."
Quando confrontados com a reconciliação da vida na Igreja, estes padres respondem com "um 'não' taxativo".

A Fraternitas congrega atualmente 115 padres (dos, estima-se, mais 
de 600 - conhecidos são cerca de 450 - que pediram dispensa das obrigações sacerdotais nos últimos 50 anos) e é reconhecida pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).

A associação defende que os padres possam optar entre serem solteiros ou casarem, mas quer também abrir o sacerdócio e a Igreja a homens casados que gostariam de ser padres.

Por isso, as recentes palavras do papa Francisco que afirmou que o celibato dos padres não é um "dogma de fé" na Igreja Católica, que há sacerdotes casados nos ritos orientais e que "a porta está sempre aberta" para tratar o tema, foram bem recebidas pela associação.

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