1. Comunicação: o ingrediente principal
É impossível que um casal funcione ou que as duas pessoas estejam felizes com a relação se não existe uma boa comunicação entre eles.
Mas, comunicar-se não tem que ver com falar muito. É expressar os sentimentos, inquietudes, projetos... e obter um "feedback" da parte dele. Se existe uma boa comunicação é fácil resolver os problemas que vão surgindo.
2. Escutar: o outro lado da moeda
É tão importante como ser capaz de falar e comunicar. E não se trata de ficar quietos e ouvir tudo, mas sim de escutá-lo e tentar entendê-lo.
É importante que cada um tenha a segurança de saber que pode contar qualquer coisa, pois o outro irá prestar toda atenção. Saber escutar ajuda quem fala a comunicar melhor, e cria laços especiais de cumplicidade.
3. Ser compreensivos: por-se no lugar do outro
Antes de julgar uma situação, por mais grave ou absurda que ela lhe pareça, tentar colocar-se no lugar da outra pessoa. Tentar averiguar o que sente, como pensa, por que se tem comportado assim.
Nunca ninguém tem razão absoluta e nunca ninguém não tem razão nenhuma. Há muitas versões para a mesma história.
Afinidade não significa pensar igual em tudo. Entender isso ajuda a serem muito mais compreensivo um com o outro, mais tolerantes e justos.
4. Tolerância: liberdade bem entendida
Marido e mulher, pais e filhos, têm o dever de ser tolerantes sempre que as palavras ou comportamentos forem honestos ou quando não causarem danos físicos ou emocionais.
Uma família não pressupõe contratos de escravidão mas sim de colaboração. A postura mais generosa e benéfica para os relacionamentos em família é apoiar de maneira construtiva cada elemento da agregado familiar no seu desenvolvimento individual.
5. Desenvolvimento pessoal e vínculos sagrados
Embora formem uma família, cada membro continua a ser uma pessoa independente, com personalidade e vida própria.
Na medida em que amadurecem e se desenvolvem de forma individual, todos os membros contribuem para que exista equilíbrio e harmonia em casa. Ninguém deve viver à sombra dos outros ou ser totalmente dependente de alguém.
Neste contexto, é essencial o elemento de união da família, que vai além dos bens material: uma conexão espiritual - a união com Deus, recebida com o sacramento - ou a forma comum de sentir a vida e o relacionamento para quem não tem vínculos espirituais.
6. Ter vida social
No início, é normal que marido e mulher só tenham vontade de ficar juntos e sozinhos, porém, é fundamental que tenham vida social. Não só de forma individual, mas também como casal.
Isto significa ter amizades comuns com as quais podem fazer planos. E ter confiança no parceiro, para que ambos possam continuar desfrutando sozinhos dos próprios amigos de forma honesta e sadia.
7. Confiança: evite o desentendimento
Um relacionamento sem confiança mútua não leva à parte alguma. Não é necessário confiança cega, mas, racional. Se não há motivos reais ou comprovados para desconfiar, infernizar a vida do parceiro com medos ou inseguranças fará com que ele se afaste.
A falta de confiança empobrece as relações e torna a convivência difícil. Aquele que é objeto de suspeita ou acusação costuma se "desapaixonar" porque a atitude da(o) parceira(o) o impede de desfrutar das coisas mais simples.
8. Afeto: depois da paixão
As carências afetivas costumam terminar com muitos casais. O afeto é a demonstração do amor, fundamental uma vez que o encantamento e a paixão começam a decair.
É muito importante ter sempre uma atitude carinhosa com o parceiro e fazer demonstrações de carinho para que passem muito tempo juntos.
9. Sexo: o tempero da relação
É importante que ambos desfrutem das relações sexuais. O sexo, assim como o carinho, também precisa de cuidado.
10. Amor: saber dar e receber
Também se aprende a amar. E fortalece-se exercitando-o ao segundo.

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