1. O que faz do púlpito um palco de espectáculo. A exposição da Palavra de Deus é esquecida e substituída pelo talento hollywoodiano do bispo, padre, pastor ou leigo que explora as mais diversas técnicas para cativar os seus expectadores. Ele é a estrela e não Cristo e a Sua palavra.
2. O que explora financeiramente. «O nosso povo perdoa muitos defeitos nos padres, exceto o de serem agarrados ao dinheiro», disse o Papa Francisco na celebração jubilar dos sacerdotes, em junho de 2016.
3. O que insiste em querer fazer a agenda de Deus. Ele quer determinar o lugar, o dia, a hora e o modo de Deus agir e at+e determina quem pode merecer a graça da ação de Deus.
4. O que ilude as pessoas com amuletos, objetos ungidos e unções que não vem de Deus. Ele infantiliza as pessoas com crendices e superstições.
5. O que “profetiza” o que Deus não mandou profetizar. Estes são os moralistas.
6. O que faz com que os seus fieis o adorem. Ele é visto como um semideus pelos seus fieis: adora ser elogiado, paparicado, adora o status, adora ser ovacionado pela multidão.
7. O que usa as ofertas dos crentes para o seu próprio enriquecimento. Tem fortuna e bens luxuosos, tudo adquirido com a ajuda das ofertas da igreja.
8. O que faz acepção de pessoas. Ele só frequenta a casa de uns e recusa-se a ir a de outros, baseado em preconceitos de credo, estado civil, orientação sexual, ideologia política, etc.
9. O que usa versículos isolados da Bíblia para fundamentar doutrinas que dividem em vez de promoverem a comunhão.
10. O que acha que determina a ação de Deus. Faz para obter méritos de Deus e não por laços familiares com Deus, em Jesus Cristo. Diz: «Devo obedecer a fim de ser amado, ao invés de obedecer porque sou amado.» Ou também pode ser o seu contrário, como o exemplo do fariseu: «Cumpro tudo, por isso posso dar ordens a Deus e esperar que Ele cumpra o que eu acho que mereço.»
Adaptação da reflexão do presbítero André Sanchez, em www.esbocandoideias.com

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