101 coisas de que nos devemos desfazer para alcançar a paz


Advertiu Jesus Cristo: «Onde estiver o teu tesouro, aí também estará o teu coração» (Mt 6, 21).
Os nossos bens são uma extensão de nós mesmos, são o nosso reflexo. Quando desejamos mudanças, é necessário começar pela nossa casa. Quando o nosso ambiente em que vivemos está limpo e arrumado, a mente e o coração organizam-se e todas as coisas fluem melhor. 

Esta lista, sugerida pelo sítio https://incrivel.club, enumera uma série de coisas que precisamos de deitar fora ou de dar como presente o quanto antes.

Restos de papéis de presentes. Cartões de visita de que não precisamos. Bilhetes antigos. Meias desgastadas. Receitas que não usamos. Camisetas velhas. Flores secas. CD de que não gostamos. Elásticos para cabelos detonados. Revistas velhas. 

Sapatos de que não gostamos. Quinquilharias. Utensílios de cozinha que não usamos. Sutiãs desgastados. Acessórios para o cabelo de que não precisamos. Brincos sem pares. Cachecóis que nunca usamos. Roupa que ficou pequena. Presentes de que não precisamos. Toalhas velhas.

Cosméticos fora de prazo. Cabides velhos. Molhos e pré-cozinhados fora de prazo. Brinquedo que ninguém usa. Remédios vencidos. Esmaltes para unha que já secaram. Cupões vencidos. Papéis velhos. DVD a que não assistimos. Comida para animais de estimação que eles já não vão comer.

Champôs, cremes e loções fora de prazo. Roupas que não se podem reparar. Roupas com manchas que não saem. Vestido velho de uma festa. Utensílios de cozinha antiaderentes riscados. Roupa íntima velha. Aparelhos electrónicos fora de uso. Jóias oxidadas. Meias rotas. Canetas que não escrevem.

Colares e pulseiras com fechos quebrados. Cabos e arames sem uso. Roupa de cama velha. Embalagens vazias. Botões sobressalentes para roupas que já não temos. Tapetes de chuveiro ou banheira desgastados. Sacos e bolsas já não usadas. Talheres, pratos e copos que sobraram de jogos incompletos. Almofadas velhas. Sapatos desgastados.

Manuais de eletrodomésticos que já não existem. Documentos sem validadePeças de reposição para móveis que jamais não serão usados. Manuais de montagem de móveis. Caixas de cartão. Vasos nunca usados. Folhetos dos supermercados. Cartas velhas. Folhetos turísticos. Pinças, pincéis, escovas de dentes e outros utensílios de beleza de vida curta.

Giz, lápis de cera e outro material de escritório que perdeu qualidade com o tempo. Tachos, panelas, tupperwares e outros equipamentos sem as tampas. Material de papelaria que perdeu utilidade (adesivos, post-it, etc.). Calças jeans rasgadas. Capas para telemóveis velhas ou desgastadas. Carregadores inúteis. Especiarias velhas. Esponjas desgastadas. Fitas de enfeite. Cartões antigos de companheiros de trabalho.

Cartões de descontos de lojas às quais nunca vamos. Caixas de fósforos vazias. Sacolas velhas. Calendários velhos. Pastas velhas. Imãs de que já não gostamos. Roupas que estão fora de moda. Enfeites de Natal danificados. Lâmpadas fundidasPanos de louça desgastados.

Comida inapta para ser consumida. Fios e cabos elétricos sem uso.
Suportes de software velho. Sapatos novos que, durante anos, nunca usamos. Camisetas promocionais (ou de campanhas políticas) nunca vestidas. Bonecas velhas. Recibos velhos. Arroz e outros grãos ressessos. Faturas velhas. Músicas que cansam.

Jogos de mesa e quebra-cabeças a que faltam partes. Livros que já lemos e não queremos relê-los — e que podem ser dados a uma biblioteca. Fotocópias não necessárias. Óculos velhos. Carro, moto, bicicleta, triciclo abandonados. Gaiolas, aquários e outros habitats de animais de estimação não usados. Porta-chaves sem uso. Radiografias. Restos de velas. Estatuetas e pagelas de santos ou de correntes de oração de intenções duvidosas.

Arquivos digitais infindáveis no computador e outros suportes tecnológicos. 


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