Porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa elogia «profundo sentido de humanidade e de fé» de António Guterres
Sabendo que o Eng. António Guterres (foi) eleito como Secretário-geral da Organização das Nações Unidas, a nossa reação só pode ser de profundo reconhecimento e sincera congratulação pelo facto de este eminente cidadão português que é António Guterres assumir o cargo de tão elevada responsabilidade como Secretário-geral da ONU.
Há cerca de um ano, a 25 de setembro de 2015, o Papa Francisco, na senda dos papas anteriores que visitaram e discursaram na sede das Nações Unidas (Paulo VI, João Paulo II duas vezes e Bento XVI), realçou o apreço e a importância que a Igreja Católica reconhece a esta instituição e as esperanças que coloca nas suas atividades: na defesa dos direitos humanos, nas missões humanitárias de paz e reconciliação, na defesa do meio ambiente, na procura de uma solução para a crise dos refugiados, na luta contra todos os fenómenos da exclusão social e económica dos cidadãos, «com as suas tristes consequências de tráfico de seres humanos, tráfico de órgãos e tecidos humanos, exploração sexual de meninos e meninas, trabalho escravo, incluindo a prostituição, tráfico de drogas e de armas, terrorismo e criminalidade internacional organizada»; no dizer do Papa Francisco.
Desejamos que o novo Secretário-geral, pelo seu profundo sentido de humanidade e de fé, pela sua competência e sabedoria acumuladas em importantes serviços à sociedade em Portugal e no âmbito da ONU, consiga enfrentar com coragem, diálogo e decisão todos os grandes desafios que estão na agenda mundial, sempre na procura da paz, da solução pacífica dos conflitos e do desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, como se afirma no início da Carta das Nações Unidas.
Esperamos que António Guterres contribua de modo eficaz para que a ONU, com os seus Estados-Membros e funcionários, «preste sempre um serviço eficaz à humanidade, um serviço respeitoso da diversidade e que saiba potenciar, para o bem comum, o melhor de cada nação e de cada cidadão» (Papa Francisco).
Desejamos que o novo Secretário-geral, pelo seu profundo sentido de humanidade e de fé, pela sua competência e sabedoria acumuladas em importantes serviços à sociedade em Portugal e no âmbito da ONU, consiga enfrentar com coragem, diálogo e decisão todos os grandes desafios que estão na agenda mundial, sempre na procura da paz, da solução pacífica dos conflitos e do desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, como se afirma no início da Carta das Nações Unidas.
Esperamos que António Guterres contribua de modo eficaz para que a ONU, com os seus Estados-Membros e funcionários, «preste sempre um serviço eficaz à humanidade, um serviço respeitoso da diversidade e que saiba potenciar, para o bem comum, o melhor de cada nação e de cada cidadão» (Papa Francisco).
Nota sobre a eleição de António Guterres como Secretário-geral da ONU
P.e Manuel Barbosa, Porta-voz da CEP

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