«Sejam humildes e dóceis, e sejam
pacientes, sustentando-vos uns aos outros com amor» (Carta aos Efésios 4,
2).
O amor faz sempre o que é melhor
para os outros e tem o poder de nos fortalecer para enfrentar grandes
problemas.
Nascemos com uma sede perpétua de
amor. O nosso coração precisa de amor, tal como os nossos pulmões precisam de
oxigénio.
O amor muda as nossas motivações
de viver.
Nenhum laço familiar existe sem amor;
nenhum laço de amizade perdura sem amor.
O amor é construído sobre dois
pilares: a paciência e a bondade.
Quando decido ser paciente,
respondo de maneira positiva a uma situação negativa. Sou tardio em irar-me. A
paciência traz calma interior à tempestade exterior.
A paciência, mais do que morder a
língua, mais do que bater com a mão na boca, é respirar fundo. É melhor segurar
a língua do que dizer algo de que possa arrepender-me depois.
A paciência torna-nos sábios. Ela
não se apressa em julgar, mas ouve o que a outra pessoa diz. Ela aguarda, enquanto
a raiva deseja invadir com violência. A paciência aguarda para ver toda a
situação antes de julgar.
A Bíblia diz: «O que é lento na
ira, é rico de inteligência; o que é irascível, manifesta a sua insensatez.»
(Provérbios 14, 29). «O homem irascível provoca questões, mas o paciente acalma
as contendas» (Provérbios 15:18).
Ser paciente é como uma maratona,
não como uma corrida de 100 metros.
Desafio:
Fui tentado(a) a ter pensamentos
condenáveis e a expressá-los com palavras?
Inspirado no Livro ‘O Desafio de
Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

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