A Bíblia diz: «Fortalecei as mãos
débeis, e robustecei os joelhos vacilantes» (Livro do Profeta Isaías 35, 3). «Consolai-vos,
pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente» (1.ª Carta aos Tessalonicenses
5, 11.14).
Expectativas irreais geram
decepções. Esperanças inadequadas criam frustração.
Se exigimos que o(a) outro(a)
seja sempre pontual, esteja sempre bem aprumado(a), que atenda a todas as nossas
necessidades, é muito provável que passemos boa parte da vida dececionados.
Mas se formos realistas e
entender que ele(a) é humano(a), umas vezes esquecido(a), outras vezes
desatento(a), então, mais do que estarmos sempre a perdoar, ficaremos satisfeitos
quando ele(a) for responsável, amoroso(a) e gentil.
A separação é quase inevitável
quando as pessoas não permitem que os outros sejam humanos.
Já o amor coloca o foco na
responsabilidade e no crescimento pessoais: em primeiro lugar exijo-me ser
melhor e, em relação aos outros, o que faço é encorajar.
Quando criticamos os outros e
exigimos muito deles, o problema reside no facto das críticas nunca serem totalmente
objetivas. E quem as ouve fica sempre pessoalmente magoado.
Além disso, quem passa a vida a corrigir
os outros, porque está sempre a desaprová-los, assume uma atitude quase bélica
de ataque, mas também defensiva, enquanto os outros tendem a imitar este
comportamento.
Assim, em vez de crescer juntos,
acabamos por magoar-nos e afastar-nos.
O amor ensina a dar espaço para que
cada qual seja ele(a) mesmo(a).
O amor, cuja fonte é o próprio
Deus, une duas pessoas imperfeitas, e faz com que se encorajem mutuamente para
vencerem as imperfeições.
Desafio
Vou lembrar-me de uma área sobre
a qual me disseram que estava a criar expetativas erradas. Vou emendar-me.
Inspirado no Livro ‘O Desafio de
Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

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