«Goza a vida com quem amas, durante todos os dias da tua fugaz existência que Deus te concede debaixo
do Sol» (Livro do Eclesiastes 9, 9).
Na vida não devemos apenas seguir
o coração, mas temos a obrigação de o orientar com a ajuda da mente e de cada
um dos cinco sentidos. Basta imaginar-nos numa viagem de automóvel: Sem ter
comido (e não bebido), sem ver, sem ouvir, sem o tato e sem olfacto, as decisões
do coração (sentimentos) e os pensamentos de nada valeriam.
Na vida, o coração precisa da
mente e dos sentidos para se manifestar: dar as mãos, caminhar lado a lado, partilhar
refeições, elogiar o perfume, conversar, olhar um para o outro e os dois na mesma
direção… Tudo isso alimenta a paixão.
O amor é como o oleiro que molda
o barro: o que eu penso acerca de mim e acerca dos outros, e o que eu faço
comigo e para com os outros, isso contribui para moldar a minha personalidade
e, pela personalidade, molda-se o relacionamento interpessoal:
Eu sou/ tu és
o que sou/ o que és
o que penso que sou/ o que pensas
que és
o que os outros pensam que sou/o que os outros pensam que és
o que penso que os outros
pensam que sou/ o que pensas que os outros pensam que és
Desafio
Pegar na Bíblia e ler o livro «Cântico
dos Cânticos» (são oito capítulos).
Inspirado no Livro ‘O Desafio de
Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

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