«Porque vês o argueiro no olho do
teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?» (Evangelho de Mateus 7,
3)
O amor é justo porque tem regras.
Sem regras, não haveria limites, e não haveria opções. Quem não aprendeu a
gostar, também não sabe o que é preferir.
Na descoberta da amizade, cada
qual vislumbra em si e no outro tanto o santo como o pecador que cada um é ou
pode ser. E a regra da amizade tem dois limites: o «eu» e o «nós». O mote pode
ser: «Farei o que for necessário para ser bom e, juntos, sermos melhores.»
Na vida, as exigências do estudo
e do trabalho, os problemas de saúde, as discussões familiares, as necessidades
financeiras… são adversidades onde se revela aquilo que somos realmente.
As adversidades da vida são como
as tempestades no mar. Nelas, uns sobrevivem. Outros, perdem-se. A maior
vitória é sair saudável, renovado, mais unido aos outros. O pior que pode acontecer é cada um querer abrigar-se numa ilha
deserta.
Assim como Jesus Cristo acalmou o
medo dos apóstolos na tempestade, o amor acalma as famílias nas suas tormentas.
E, junto com o amor, outras duas atitudes são necessárias: a fé – confiar na
presença de Jesus Cristo – e a esperança: «Já passámos por isto e vencemos. Por
isso, voltaremos a vencer.»
As pessoas que agem com amor, fé
e esperança têm consciência de que os conflitos podem desaguar em algo bom. E, então,
acabam mais amigos, mais companheiros, mais próximos, mais confiantes, mais
íntimos, a viver um relacionamento mais profundo.
Desafio
E justo sofrer por amor?
Inspirado no Livro ‘O Desafio de
Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

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