«Sede suporte uns dos outros, no
respeito que tendes a Cristo: as mulheres, aos seus maridos como ao Senhor (...)
Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por
ela» (Carta aos Efésios 5, 21-25).
«Aquele(a) que ama o(a) seu/sua
esposo(a) ama-se a si mesmo» (Carta aos Efésios 5, 28)
Conto duas histórias:
«Um homem depara-se com problemas
sérios no seu carro. Leva-o ao mecânico. Feita a avaliação, descobre-se que o veículo
precisa de uma revisão geral, e que isso é caro. Então, ele decide trocar
aquele carro por outro novo.»
«Um operário magoa acidentalmente
uma mão num equipamento. Vai ao hospital, faz o raio-x e descobre-se que tem vários
ossos fracturados. Apesar de frustrado e com muitas dores, ele usa as suas
finanças de bom grado para reabilitar a mão e voltar rapidamente ao trabalho. Submete-se,
inclusive, a meses de fisioterapia.»
A cultura da sociedade atual
tende a tratar o casamento como o homem da primeira história tratou o carro. E
troca-se de homem ou mulher por um “modelo novo”.
O casamento cristão é semelhante
ao segundo caso. Assim como nunca arrancaríamos a mão ferida, do mesmo modo é
preciso dispor-se a sarar as feridas de um membro ou de toda a família, tanto físicas
como espirituais. E não hesitaremos em pedir ajuda a pessoas idóneas se for
necessário.
Quando uma pessoa precisa de
cuidados, a solução é amá-la.
Não permitamos que a cultura ao nosso
redor determine o valor do casamento. Compará-lo a algo que pode ser descartado
ou substituído é desonrar o propósito de Deus quando nos criou à sua imagem e
semelhança, homem e mulher.
O casamento é a expressão do amor
entre duas pessoas imperfeitas, tantas vezes feridas, que escolheram amar-se uma
a outra apesar de tudo.
Desafio
Pegando na imagem do corpo com
muitos membros, pensemos acerca do modo como tratamos (o corpo d)a nossa
família.
Inspirado no Livro ‘O Desafio de
Amar’, de: Hendrick, Alex; e Kendrick, Stephen

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