O Papa Francisco já disse que «a política é uma das formas mais elevadas da caridade, visto que procura o bem comum» («Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão», ao responder a perguntas colocadas por algumas das nove mil crianças e jovens de escolas e movimentos Jesuítas com quem se encontrou no Vaticano, em junho de 2013 (ver: Respostas do Papa Francisco às perguntas dos representantes das escolas dos jesuítas em Itália e na Albânia)
Bertolt Brecht, dramaturgo, poeta e encenador alemão do século XX, foi incisivo nesta entrevista ao diario do centro do mundo:
«O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço dos feijão, do peixe, da farinha, do aluguer, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.»

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