Com a Ressurreição de Jesus ficámos extraordinariamente alegres. Por isso, podemos fazer as 15 estações da Via Gloriosa de Jesus Cristo (Via Lucis)
Com a celebração do dia da Ressurreição do Senhor ficámos
extraordinariamente alegres. De tal modo que o tempo pascal se estende por 47
dias, concluindo com a festa da descida no Espirito Santo, no Pentecostes.
No tempo pascal festejamos o começo da Igreja edificada por Jesus
Cristo, com o cumprimento do mandato do Senhor aos seus Apóstolos e a todos os batizados:
«Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho
mandado» (Mt 28, 19).
Para melhor prolongar esta alegria pascal, podemos fazer Via
Gloriosa de Jesus Cristo (Via Lucis),
caminhando com Ele rumo à Terra Prometida, ao Banquete final do Reino de Deus.
1.ª ESTAÇÃO – Jesus não está morto, mas vivo
Leitor 1: “Não
vos assusteis. Procurais Jesus de Nazaré, que foi crucificado? Ele
ressuscitou...” (Mc 16, 6).
Leitor 2:
Esqueçamos a tristeza, o abatimento, a penitência da quaresma e Jesus
crucificado, porque Jesus está vivo!
Leitor 3: “Cristo
Ressuscitou”. Esta saudação materializa e proclama, o conteúdo essencial da
nossa fé cristã: “festejamos a morte da morte”. O Senhor ressuscitou e
presenteou-nos com a vida. Porém, mais do que isso, continua vivo e doando
vida.
Presidente:
Senhor, Tu continuas presente no meu dia-a-dia. Ajuda-me a ver-Te sempre vivo e
atuante em tudo aquilo que faço, que vivo, que sofro ou que me alegra.
2.ª ESTAÇÃO – Jesus aparece à Sua Mãe
Leitor 1: É bem
provável que Jesus tenha aparecido primeiramente a Sua Mãe, muito embora a
Bíblia nada nos descreva sobre isso. Mas, não seria crível que o Senhor o não
fizesse.
Leitor 2: Seguramente
que, no seu coração de Mãe, Maria deveria ter guardado o pressentimento de que
O reencontraria, pois Ele havia previamente anunciado a sua Ressurreição.
Presumo que terá ficado imensamente feliz com o reencontro, pois sempre
acreditou em tudo aquilo que seu Filho dissera. Assim se cumpria o que o Anjo
havia profetizado na Anunciação.
Leitor 3: O
encontro com Jesus vivo é um momento de satisfação e alegria. Acreditamos que “quem O vê, vê o Pai”, como Ele afirmou...
ou mantemos dúvida sobre a Sua afirmação?
Presidente:
Senhor Jesus, eu creio que apareceste a Tua Santa Mãe primeiro do que a mais
alguém. Decerto que na alegria do reencontro lhe lembraste que Ela olhasse por
nós, como lhe tinhas solicitado anteriormente na cruz. Auxilia-nos, Senhor, a produzir dentro de nós esta convicção
da Tua companhia e do contínuo apoio de Tua santíssima Mãe.
3.ª ESTAÇÃO – Jesus ressuscitado descoberto pelos olhos do
amor e da fé
Leitor 1: “«Mulher,
porque choras? Quem procuras?» [...pensando ser o jardineiro] Maria Madalena
disse: «Se foste tu que O levaste, diz-me onde O puseste para eu ir buscá-l’O»
[...] Jesus disse: «Não Me toques, porque ainda não voltei para o Pai.»“(Jo
20,15.17).
Leitor 2: Maria
Madalena fez menção de lhe tocar. O Mestre disse-lhe que o não fizesse, porque
ainda não entrara na glória do Pai.
Leitor 3: Jesus
vivo já não se manifesta de modo físico, como durante a Sua vida terrena. São
os olhos da fé que o manifestam. Ele está a nosso lado e esta é a única
mensagem que nos traz esperança e verdade.
Presidente:
Senhor Jesus, quantas vezes passamos a Teu lado sem Te identificarmos. Podes
ser o mais humilde dos artesãos, um jardineiro, um pedinte, uma criança, um
velhinho, um marginalizado, um sem abrigo, um varredor de ruas... Todavia
passamos adiante, acotovelamos, ou talvez choremos, mas não Te descobrimos. Ajuda-nos, Senhor, a estarmos vigilantes para Te
identificarmos no especto que encarnas no nosso quotidiano.
4.ª ESTAÇÃO – O encontro com os discípulos
Leitor 1: “Ao
anoitecer desse dia, estando fechadas as portas do lugar onde se achavam os
discípulos por medo das autoridades dos judeus, Jesus entrou. Ficou no meio
deles e disse: «A paz esteja convosco!» (Jo 20, 19)
Leitor 2: Os
discípulos, estavam reunidos, mas com as portas fechadas, pois estavam
atemorizados. Jesus, apesar dessa circunstância, entrou e saudou-os com a Sua
paz.
Leitor 3: O medo
revela-se naqueles que enfrentam problemas de saúde, de idade avançada, de
desgraças... temos medo de nós mesmos... ele corrói a paz dos corações, enche a
alma de angústia porque a incerteza que se amplia resulta insuportável. Mas,
mesmo com as portas do coração fechadas à Sua entrada, Jesus procura-nos,
interpela-nos, dá-nos a Sua paz.
Presidente: Meu
Senhor e meu Deus, ajuda-me a abrir totalmente os acessos do meu coração, para
que possa afastar os meus temores e obtenha a Tua paz e a serenidade que ela me
proporciona.
5.ª ESTAÇÃO – Jesus vive na comunidade
Leitor 1: “Dizendo
isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos ficaram contentes por
ver o Senhor” (Jo 20, 20)
Leitor 2: Até os
apóstolos, que tinham ouvido do próprio Senhor que ao terceiro dia
ressuscitaria, tiveram dificuldades para aceitar o anúncio da Sua ressurreição.
Jesus repreendeu-os por causa da sua falta de fé e pela dureza de coração, pois
não tinham acreditado.
Leitor 3: À
semelhança dos discípulos também nós pretendemos ver, para acreditarmos para
sentirmos que Ele está realmente presente. Isso seria o nosso contentamento!
Presidente:
Desculpa-nos, Senhor, porque só quando verificamos o resultado dos acontecimentos
é que nos alegramos. Só assim temos a audácia suficiente para rejubilarmos,
embora pressintamos que Tu estás sempre presente quando Te buscamos com
sinceridade de coração.
6.ª ESTAÇÃO – Jesus ressuscitado, envia os discípulos em
missão
Leitor 1: “Então
Jesus disse-lhes: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda a
humanidade». (Mc 16,15)
Leitor 2: Ao
saudá-los uma segunda vez na paz, para tranquilizar os seus corações
alvoroçados, Jesus envia-os em nome de Seu Pai, com a bênção do Espírito Santo.
Leitor 3: Sabemos que fomos batizados no
Espírito, para sermos enviados a anunciar a Boa Nova. Será que a paz e a graça
recebidas aquando do nosso Batismo nos consciencializaram da missão que nos foi
transmitida?
Presidente:
Abençoa-nos, Senhor, para que com a ajuda do Espírito Santo, sejamos fiéis ao Batismo
recebido, a fim de nos tornarmos mensageiros da Boa Nova, por palavras e
através do testemunho das nossas obras, sem fraquejarmos perante as
dificuldades encontradas.
7ª ESTAÇÃO – Jesus ressuscitado manifesta-se à comunidade
Leitor 1: “Tomé
(...) não estava com eles quando Jesus veio (...) Os outros discípulos
disseram-lhe: «Nós vimos o Senhor». Tomé disse: «Se não vir (...) não
acreditarei»! Jo 20, 24-25)
Leitor 2: Tomé
não estava com eles quando Jesus se lhes manifestou. Por esse motivo não
acreditou que Jesus estivesse vivo. Queria evidências... Queria certezas.
Leitor 3: A
certeza só é prova para a ciência experimental. Todavia, a fé não precisa de
ver para acreditar, brota do coração, não dos olhos. Para um coração enamorado
basta-lhe a idoneidade daquele que o rodeia e a verdade testemunhal de quem se
ama e por quem se é realmente amado.
Presidente:
Senhor, certamente, para muitos, as nossas palavras continuam soando “como
delírio”. Se para alguns constituis motivo de zombaria, se por outros és
caluniado, reinas, contudo, no coração dos fiéis. O testemunho autêntico
daqueles a quem aparecestes e a Tua própria palavra são a certeza de que estás
vivo. Todavia, em alguns de nós ainda persistem muitas dúvidas, porque somos
homens e mulheres de pouca fé. Perdoa-nos a nossa debilidade e auxilia-nos a crescer com fé
na Tua Palavra e na Tua pessoa.
8.ª ESTAÇÃO – Jesus aparece de novo aos discípulos
estando Tomé presente
Leitor 1: “Uma
semana depois, os discípulos estavam outra vez reunidos. Desta vez Tomé estava
com eles (...) disse a Tomé: «Chega aqui o teu dedo e vê (...) e não sejas
incrédulo, mas crente». «Acreditaste porque viste. Felizes os que acreditam sem
terem visto»“. (Jo 20, 26-29)
Leitor 2: Tomé só
acreditou vendo. Mas todos os outros, mesmo vendo, ainda duvidaram durante
muito tempo.
Leitor 3: Apesar
da irregularidade da nossa fé em Jesus Cristo, Ele apelidou-nos de felizes, de
bem-aventurados, porque confiamos sem havermos tido a oportunidade de O ver.
Isto deve servir-nos de consolação na nossa existência.
Presidente:
Estamos gratos, Senhor, pela satisfação de sermos designados de venturosos,
apesar dos nossos muitos desaires. Pedimos-Te que aumentes a nossa fé na Tua
pessoa e a sustentes em lealdade e congruência.
9.ª ESTAÇÃO – Jesus no caminho dos homens
Leitor 1: “Nesse
mesmo dia, dois discípulos iam para uma aldeia, chamada Emaús (...) o próprio
Jesus aproximou-se e começou a falar com eles (...) Então começando por Moisés
e continuando por todos os Profetas, Jesus explicava aos discípulos as
passagens da Escritura que falavam a respeito d´Ele (...) Sentou-se à mesa com
os dois, tomou o pão, abençoou-o, depois partiu-o e entregou-lho. Os olhos dos
discípulos abriram-se (...) «Não ardia o nosso coração quando Ele nos
falava...»“ (cf .Lc 24, 13-35)
Leitor 2: Sem ser
reconhecido, Jesus caminha lado a lado com dois discípulos. Somente quando o
coração deles se abre ao entendimento da Palavra e presenciam o partir do Pão é
que o seu coração se inflama e reconhecem a Sua presença e o Seu contacto.
Leitor 3: Senhor
Jesus, Tu acompanhas-nos sempre na nossa peregrinação terrena. Estás connosco
nas nossas aflições e nas nossas dores. Poucas vezes, porém, conseguimos sentir
a Tua presença a nosso lado, para conseguirmos ouvir com atenção o que nos
pretendes dizer...
Presidente:
Continua, Senhor, a acompanhar-nos em todas as ocasiões da nossa existência.
Ajuda-nos a sentirmos o coração entusiasmado pela Tua presença, a fim de que o
ilustremos, com ardor, a todos quantos privam connosco.
10.ª ESTAÇÃO – Jesus ressuscitado aparece a Simão
Leitor 1: “...
«Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão». (disseram os outros aos
discípulos de Emaús) (Lc 24, 34)
Leitor 2: Certamente
que este primeiro encontro de Simão com o Mestre terá sido um pouco
comprometedor para Pedro. Na conversa que tiveram, Pedro terá ficado em
silêncio? Decerto ficou surpreendido e envergonhado, mas pensativo!...
Leitor 3: Alguma
vez teremos experimentado na nossa vida presenças do Mestre? Estaremos
vigilantes para nos darmos conta dessas presenças? Quando? Onde? Como? Somos
resistentes a elas ou respeitosamente obedientes?
Presidente: Que o
nosso testemunho, Senhor Jesus, faça crível a Tua presença de ressuscitado em
todos os momentos da nossa vida: na manifestação da nossa alegria; na vivência
em comunidade eclesial; quando comungamos; quando Te descortinamos nos que
precisam; quando reencontramos a paz connosco, com os outros e contigo; quando
a Tua presença nos estimula a consciência de serviço apostólico.
11.ª ESTAÇÃO – Na margem do Mar de Tiberíades Jesus
aparece aos discípulos
Leitor 1: “... na
margem do Tiberíades (...) eles (Pedro e os discípulos) entraram na barca (para
pescar). Mas naquela noite não pescaram nada. Quando amanheceu, Jesus estava na
margem (...) Logo que saltaram para terra, viram um peixe nas brasas e pão”. (cf.
Jo 21, 1-14)
Leitor 2: Apesar
de uma noite inteira de trabalho os discípulos nada conseguiram pescar. À
palavra de Jesus, que se encontrava na margem, conseguiram uma tal abundância
de peixe que quase se rebentavam as redes.
Leitor 3: A
comunidade cristã que age sem estar unida à pessoa e missão de Jesus continua
na escuridão sem produzir frutos, pois trabalha sem perceber a presença do
Ressuscitado e sem conhecer o modo correto de realizar a acão.
A nossa ciência, a nossa aptidão, o nosso saber, nada
alcançam se Tu não estiveres presente e não desenvolveres a nossa atividade.
Presidente:
Senhor Jesus, acreditamos que somente contigo por perto conseguiremos levar a
cabo os nossos intentos. Faz-Te presente na nossa atividade de todos os dias.
Que nunca desejemos agir sem que estejas presente como conselheiro e
consolidador, dando sentido a todo o nosso trabalho.
12.ª ESTAÇÃO – Para dirigir a comunidade é preciso amar
Leitor 1: “Depois
de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, amas-me mais
do que estes?» Pedro respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Jesus
disse: «Cuida dos meus cordeiros» (...) Então Pedro ficou triste, porque Jesus
perguntou três vezes se ele o amava” (Jo 21, 15-17)
Leitor 2: Enquanto
Jesus falava corajosamente diante das autoridades, Pedro não foi capaz de
vigiar e cai na tentação de abandonar o seguimento do Mestre. Nega-O
cobardemente, por três vezes, diante de pessoas simples. À tríplice pergunta de
Jesus se O amava, Simão, lembrado das vezes que negara o Senhor, ficou triste.
Com sincero arrependimento, mas com pesar, três vezes repetiu o seu amor.
Leitor 3: O
Senhor, mantendo aquilo que anteriormente lhe tinha dito, confirmou nele toda a
Sua confiança como chefe da Igreja que constituíra. Garantiu-lhe o poder de
governar no amor, em comunhão com os restantes apóstolos, essa mesma Igreja,.
Presidente: Nós
Te louvamos e bendizemos, Senhor Jesus, pois na Tua infinita misericórdia até
das coisas más, mesmo quando Te negamos, nos manténs como proclamadores da Boa
Nova, insistindo em confiar na nossa actuação, se a desempenhamos com amor.
13.ª ESTAÇÃO – Jesus ressuscitado promete a vinda do
Espírito Santo
Leitor 1: “Foi
aos Apóstolos que Jesus, com numerosas provas, Se mostrou vivo depois da Sua
paixão: durante quarenta dias apareceu-lhes e falou-lhes do Reino de Deus.
(...) Jesus deu-lhes esta ordem: «Não vos afasteis de Jerusalém. Esperai que se
realize a promessa do Pai (...) vós, dentro de poucos dias, sereis batizados
com o Espírito Santo»“ (Act 1, 3-5)
Leitor 2: Jesus
ressuscitado continua presente e atuante dentro da história “até ao fim do
mundo” (Mt 28, 20). Confirma isso apresentando-Se vivo aos seus discípulos,
falando-lhes do Reino de Deus, instruindo-os para serem suas testemunhas e
confirmando-lhes a assistência permanente do Espírito Santo.
Leitor 3: Ainda
hoje permanece imutável a Sua promessa. Cada um de nós foi batizado no Espírito
Santo e é tarefa apostólica de todos os cristãos testemunhar o Reino de Deus ao
mundo inteiro, começando na família e alargando-se a todos os lugares onde nos
movemos e existimos.
Presidente:
Senhor Jesus, nós queremos ser fiéis ao Batismo recebido. Ajuda-nos a tomarmos
plena consciência de que somos templos vivos da morada do Espírito Santo.
14.ª ESTAÇÃO – Ao fim de quarenta dias Jesus sobe ao céu
Leitor 1: “Depois
de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi arrebatado ao céu e sentou-Se à
direita de Deus”. (Mc 16, 19)
Leitor 2: A
Ascensão de Jesus é um modo de falar sobre o Seu regresso para o mistério da
vida de Deus. Executara no Seu aspecto corpóreo o mandato neste mundo. Todavia
não nos abandonou!...
Leitor 3: Ele
continua connosco nos atalhos deste mundo. Está presente na Sua Palavra; no
seio da comunidade eclesial; realmente presente na Sagrada Eucaristia; em cada
um dos nossos irmãos e irmãs com quem diariamente nos cruzamos; presente também
em cada um de nós. Continua presente nas alegrias e nas tristezas; na saúde e
na doença, nas horas mais fáceis e naquelas mais difíceis.
Presidente: Abre
os nossos olhos, Senhor Jesus, para que Te vejamos presente nas coisas mais
comuns e naquelas mais complexas, a fim de que a Tua contínua presença no meio
de nós se torne uma realidade na nossa vida, a fim de que Te possamos
testemunhar, perante todos os homens. É assim que haveremos de preparar os “novos
céus e a nova terra” que prometeste e em que Deus se tornará “tudo em todos”.
15.ª ESTAÇÃO – Jesus cumpre a promessa
Leitor 1: “Quando
chegou o dia de Pentecostes, os apóstolos estavam todos reunidos no mesmo
lugar. Subitamente, fez-se ouvir, vindo do céu, um rumor semelhante a forte
rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam. Viram então
aparecer uma espécie de línguas de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma
sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar
outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que se exprimissem”. (Act 2,
1-6)
Leitor 2: O
Espírito Santo faz lembrar, compreender e continuar o testemunho de Jesus (cf.
Jo 14, 16-26) e reafirma o cumprimento da Sua promessa de nos não deixar
sozinhos.
Leitor 3: Com a
vinda do Espírito Santo é suprida a antiga lei para se transfigurar na nova lei
para o cristão. É o anúncio e ao mesmo tempo a denúncia e o julgamento de toda
a organização injusta, sempre motivadora de morte.
Presidente: Que o
Espírito Santo, Senhor, se converta para nós num coração renovado e vida de
Deus que nos transforme e fecunde. Que se torne força no combate, calcine todas
as nossas deficiências e nos conserve unidos na multiplicidade, a fim de
recordarmos tudo o que Jesus nos ensinou, para chegarmos sem desvios è Verdade
total. Amém.
António Elísio Portela, www.cliturgica.org
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