O que caracteriza os falsos padres é que eles nunca foram
ordenados e estão à procura de dinheiro fácil.
Em vários países, e em particular no verão, época de
romarias e em que se celebram mais matrimónios e batismos, multiplicou-se o
número de falsos sacerdotes que se valem da boa fé dos fiéis para “oferecer os seus
serviços” em troca de dinheiro fácil.
Só o sacramento da Ordem consagra como padre aquele que o
recebe pela imposição das mãos do bispo. O sacerdote é, por este sacramento, configurando
com Jesus Cristo e capacita para atuar, na própria pessoa de Cristo, para o bem
do povo de Deus.
Por isso, é grave a ação de querer passar-se por padre, pois
todas as ações que realize não são válidas.
Fonte: Acidigital.com
Sete indícios que denunciam um falso padre
1. Os falsos sacerdotes não têm paróquia nem território
designado, portanto, não se encontram nos registos das dioceses. Ora, qualquer padre
que se apresente numa paróquia que não é a sua precisa de uma credencial ou de
uma autorização do pároco local.
2. Oferecem-se para realizar missas, sacramentos, etc., e
até disponibilizam cartões de apresentação para que possam entrar em contato
com eles.
3. Costumam atuar em lugares onde não há sacerdotes.
4. Criam laços de amizade com os paroquianos e ministram
“sacramentos” sem ter em conta os impedimentos que os tornam inválidos.
5. Cobram dinheiro ao final da Missa que celebram,
“solicitando uma contribuição económica”.
6. Pedem donativos para algum lar, orfanato ou asilo que não
existe. Em alguns casos, até se apresentam aos próprios sacerdotes,
oferecendo-se para os ajudar na festa paroquial.
7. Uma grande percentagem são homens que estudaram no
seminário ou que tiveram contacto com os livros usados nas celebrações
litúrgicas, ou que serviram em alguma paróquia como sacristãos ou simplesmente
encontraram uma forma de extorquir os fiéis e até os mesmos presbíteros porque
conhecem de cor as celebrações litúrgicas.
Sete medidas preventivas
1. Informar-se na paróquia sobre os requisitos necessários
para a celebração dos sacramentos com um padre de fora.
2. Em caso de não haver pároco, recorrer à paróquia mais
próxima para solicitar os serviços pretendidos.
3. Nunca aceitar sacerdotes que se dão a conhecer por
cartões de apresentação ou que oferecem “serviços ao domicílio”.
4. Exigir ao alegado sacerdote a credencial da diocese que
atesta que o é.
5. Ter consciência de que as celebrações presididas por impostores
não têm validez.
6. Denunciar o falso sacerdote imediatamente às autoridades
eclesiásticas.
7. Advertir outros fiéis para terem cuidado com o impostor.

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