- Comer porcarias depois dos filhos estarem na cama.
- Estar nas redes sociais enquanto se finge que se faz sala... Os filhos, que não são burros, começam a perceber que a mãe só ali está fisicamente e há uma altura em que se tem mesmo de largar os amigos virtuais e voltar à criança real, mas enfim, uma pessoa não é de pedra.
- Permitir que continue com o telemóvel para que coma sossegado.
- Usar os filhos como desculpa. “Ai, não vamos poder ir ao vosso churrasco anual de verão, o Manelzinho tem uma festa e já confirmou há semanas. Sabes como é.»
- Dizer ‘quando viermos para baixo’. É uma ‘peta’ clássica. “Sim, filho(a), é lindo, mas agora não temos tempo, olha, quando viermos para baixo, a mãe compra-te, ok.” Mas quando vierem para baixo vêm estrategicamente por outro caminho, outra rua, ou de táxi, ou de metro, ou ele já não se lembra, ou…
- Pedir mais no restaurante só para acabar o esparguete à bolonhesa. “Não comes um prato todo, pois não? Então a mãe pede o esparguete e depois acaba o que tu não queres, está bem?” Os sacrifícios que uma mãe faz por um filho.
- Nenhuma criança resiste às máquinas de diversão dos centros comerciais, mas quase todos os pais ou mães não olha nem vão lá pôr a moedinha…
- Dar-lhes aquele livro que adoraram em criança... e que eles nunca vão ler.
- Bisbilhotar os segredos deles. Dantes lia-se os diários dos miúdos, agora vasculha-se o Facebook.
- Fazer ‘contratos’ deseducativos: “Se o nosso filho não comer tudo, nada de sobremesa.”
- Dizer-lhe que o que eles querem é ilegal. “Sabes que é proibido uma criança com menos de 15 anos deitar-se depois das 10h? Pois é. Está na Constituição.”
- Jurar que a loja está fechada. “Não podemos lá ir agora, a loja não abre durante o fim de semana, os vendedores estão todos a dormir.”
- Deixá-los ganhar.
- Ficar 5 segundos a olhar para eles enquanto dormem. E a pensar ‘é uma pena que não sejam sempre assim, anjinhos’.

Comentários
Enviar um comentário