Sentir a dor do outro

Em 2004, os cientistas conseguiram pela primeira vez visualizar como o nosso cérebro processa o sofrimento alheio. Num estudo pioneiro, ficou provado que as partes do cérebro ativado pela dor de outra pessoa são as mesmas ativadas quando experimentamos a nossa própria dor. Ou seja, a empatia e a compaixão têm processos neurológicos intensos, e é como se o nosso cérebro se colocasse efetivamente no lugar do outro.

(do «Editorial» da VISÃO 1290, publicada a 23 de novembro de 2017)

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