Gestor e jurista de profissão, antigo deputado pelo PSD, Luís Campos Ferreira aprendeu na infância a arte de bem armar um presépio.
Em Valença do Minho – onde viveu até aos 10 anos –, na companhia da avó Francisca ou da empregada dos pais, ia apanhar o musgo e criar o cenário do nascimento do Menino Jesus.
Depois, com o pai, ia colocando todas as figuras, por etapas, sendo as últimas os Magos, que, uma mão, ia aproximando da gruta atá ao dia de Reis.
Quando ele era pequeno, era o pai que comprava as figuras em Espanha e contava as histórias por detrás das figuras. Por isso, afirma enternecido que aprendeu muito da história católica, da Bíblia, através das figuras do presépio (revelou-o ao Correio da Manhã).
Luís Campos Ferreira recebeu do pai este ritual natalício, que é familiar há muitas gerações. E transmitiu-o aos três filhos.
De destacar que, a cada ano, o presépio vê a "família" das suas personagens aumentada, e sempre com um sentido.
Em Valença do Minho – onde viveu até aos 10 anos –, na companhia da avó Francisca ou da empregada dos pais, ia apanhar o musgo e criar o cenário do nascimento do Menino Jesus.
Depois, com o pai, ia colocando todas as figuras, por etapas, sendo as últimas os Magos, que, uma mão, ia aproximando da gruta atá ao dia de Reis.
Quando ele era pequeno, era o pai que comprava as figuras em Espanha e contava as histórias por detrás das figuras. Por isso, afirma enternecido que aprendeu muito da história católica, da Bíblia, através das figuras do presépio (revelou-o ao Correio da Manhã).
Luís Campos Ferreira recebeu do pai este ritual natalício, que é familiar há muitas gerações. E transmitiu-o aos três filhos.
De destacar que, a cada ano, o presépio vê a "família" das suas personagens aumentada, e sempre com um sentido.

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