Independentemente da idade em que se ‘aloja’ na vida das pessoas, a solidão é um dos principais inimigos da saúde. Vejamos como pode roubar anos de vida:
Apesar do dito popular «mais vale só do que mal acompanhado», a ciência tem as provas de que a solidão pode mesmo tirar anos de vida.
Embora seja mais benéfico para a saúde estar sozinho (ou, para sermos mais precisos, solteiro) do que numa relação infeliz, a verdade é que a solidão não é o melhor caminho a seguir, uma vez que são vários os aspetos na saúde em que interfere:
Um estudo norte-americano encontrou uma ligação bastante próxima entre a solidão e as doenças de coração, sendo as mulheres negras as mais vulneráveis a esta união que pode ser fatal. A ligação entre a solidão e os problemas de coração já não é nova, nem o impacto que tem no aparecimento do cancro (ou dificuldade no tratamento).
A solidão pode ter impacto muito notório a nível físico e emocional, sendo a depressão uma das causas e das consequências mais comuns da solidão. A depressão e a solidão atuam como uma espécie de ciclo vicioso capaz de provocar stress, hostilidade, infelicidade e perda de confiança, e pode contribuir para a demência e ser um dos desencadeadores de Alzheimer.
E uma vez que a solidão está ligada ao stress, a qualidade do sono tende a ficar comprometida, afetando o bem-estar de uma forma muito negativa, uma vez que os níveis de ansiedade tendem também a aumentar.
A solidão é tão má como qualquer outra doença, podendo contribuir para a morte prematura, tal e qual como o hábito de fumar ou a obesidade fazem. E quando lhe dissemos no início deste artigo que a solidão pode tirar anos de vida, não estávamos a exagerar. Um estudo da University College London revela que a solidão aumenta em 26 % a probabilidade de uma pessoa morrer.
Fonte: https://www.bustle.com

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