«Essa palavra saudade
conheço desde criança.
Saudade de amor ausente não é saudade
é lembrança.
Saudade só é saudade
quando morre a esperança»
(Pinto do Monteiro, poeta)
A saudade faz parte de quem já amou
De quem ficou sozinho
De quem chorou baixinho, sem chamar atenção.
A saudade varreu tantos sonhos
Deixou vazio tantos ninhos
E colocou mais espinhos que flores na porta do meu coração.
Quero sentir saudade de quem me fez bem
Esquecer quem não trouxe-me nada de bom
Não traz felicidade gostar de alguém que não soube se dar
Eu vou querer que no dengo* [*carinho, mimo, amor, cuidado] me chame de amor
E com sopro de anjo me faça dormir
Se acaso algum dia eu cismar de partir, me peça para ficar
Posso até suportar saudades suas
Se até mesmo a Lua se faz mais bonita por conta do amor
E é só você chegar para vida ficar bela
Uma linda aguarela, estampada e pintada com lápis de cor.
Composição: «Lápis de Cor», Santanna, Ítalo Queiroz e Cezinha
Essa Palavra Saudade
(Pinto do Monteiro).
Essa palavra saudade
Conheço desde criança
Saudade de amor ausente
Não é saudade, é lembrança.
Saudade só é saudade
Quando morre a esperança.
Bote Tempo
E bote tempo que eu não sei dormir
E bote tempo que eu não sei sonhar
E bote tempo que eu não sei sorrir
E bote tempo que eu só sei chorar
E bote tempo que eu não tenho aonde ir
E bote tempo que eu não sei pra onde voltar
E bote tempo que eu só sei o que é sofrer
E bote tempo nisso que ninguém me quer
Quem achar que exagero
Nunca viu o desespero
De quem esteve o tempo inteiro
Mergulhado na paixão
Quem achar que é brincadeira
Não conhece o que é o amor
Nunca entrou numa fogueira
E a flecha do cupido nunca lhe acertou
Essa Palavra Saudade
(Pinto do Monteiro).
Essa palavra saudade
Conheço desde criança
Saudade de amor ausente
Não é saudade, é lembrança.
Saudade só é saudade
Quando morre a esperança.
Bote Tempo
E bote tempo que eu não sei dormir
E bote tempo que eu não sei sonhar
E bote tempo que eu não sei sorrir
E bote tempo que eu só sei chorar
E bote tempo que eu não tenho aonde ir
E bote tempo que eu não sei pra onde voltar
E bote tempo que eu só sei o que é sofrer
E bote tempo nisso que ninguém me quer
Quem achar que exagero
Nunca viu o desespero
De quem esteve o tempo inteiro
Mergulhado na paixão
Quem achar que é brincadeira
Não conhece o que é o amor
Nunca entrou numa fogueira
E a flecha do cupido nunca lhe acertou
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