A paternidade e a maternidade são tarefas lindas, mas difíceis - ou trabalhosas. E, às vezes, no esforço de educar, escapam alguns gritos – o que, além de perturbar os filhos, muitas vezes gera remorsos nos pais. Como abandonar esse hábito?
A jornalista Nancy Jergins, autora de Wise Words Mom: What to Say to Raise Kids Who Feel Accepted, Confident and Loved («Mães de palavras sábias: O que dizer para criar filhos que se sintam aceites, confiantes e amados», em tradução livre), elencou cinco passos que funcionaram com ela.
1 - Entender os danos de gritar aos filhos
O perigo não está nos altos decibéis do grito. Não há mal nenhum em gritar a plenos pulmões «Eu te amo, meu amor!» O mal está em os gritos serem, na maioria das vezes, expressão de raiva, frustração ou irritação.
2 - Reconhecer como é inútil gritar
«Gritos é, na verdade, manipulação», diz o especialista em educação dos filhos Scott Turansky. «Usamos intensidade emocional para obter em resposta uma ação. O problema é que a intensidade emocional deturpa a mensagem. Há poder nas palavras e gritar diminui esse poder.» Mais, gritar não fortalece mas só desgasta a relação entre pais e filhos.
3 - Lembrar-se do papel de pai e do papel de filhos
Nas brigas nunca funciona a lei do «olho por olho, dente por dente». Se um grita, o outro não deve gritar; se um faz birra e decide deixar de falar, o outro só tem de demonstrar maturidade e continuar a falar.
4 - Não alimentar as brigas
Um grito nunca surge do nada, mas tem um fim. Se se continua a alimentar, corre-se o risco de perder o controlo.
5 - Traçar um plano de fuga antes de começar uma briga
Respirar fundo, contar até dez, ir para outro espaço, contar uma anedota ou lembrar um feito feliz com a participação de ambos... são alguns exemplos de opções.
Fonte: www.semprefamilia.com.br

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