Violência contra os presbíteros no mundo não dá tréguas

A violência contra os presbíteros no mundo não dá tréguas. Neste ano de 2018,  foram brutalmente assassinados 19 padres. África, América, Ásia, Europa... quase não há lugar no mundo que não tenha visto a morte violenta de um padre este ano.

Dez padres foram assassinados na África
O padre Tony Mukomba, no Maláui, a 18 de janeiro
O padre Joseph Desire Angbabata, a 21 de março; o padre Albert Tougoumalet, a 1 de maio; e o padre Firmin Gbagoua, a 29 de junho, na República Centro Africana
O padre Florent Mbulanthie Tulantshiedi, encontrado a 2 de março, e o padre Etienne Sengiyumva, morto a 8 de abril, na República Democrática do Congo
O padre Bernardin Brou Aka Daniel, a 23 de abril, na Costa do Marfim
O padre Joseph Gor e o padre Felix Tyolaha, a 24 de abril, na Nigéria
O padre Alexander Sob, a 20 de julho, nos Camarões

Cinco padres foram assassinados na América:
O padre Dagoberto Noguera Avendaño, na Colômbia, a 10 de março
O padre Walter Osmir Vázquez Jiménez, em El Salvador, a 29 de março
Os padres Iván Añorve Jaimes e Germaín Muñiz García, a 5 de fevereiro; o padre Rubén Alcántara Díaz, a 18 de abril; e o padre Juan Miguel Contreras García, a 20 de abril, no México

Três padres foram assassinados na Ásia
O padre Xavier Thelakkat, na Índia, a 1 de março
O padre Mark Ventura, a 29 de abril; e o padre Richmond Villaflor Nilo, a 10 de junho, nas Filipinas.

Um padre foi assassinado na Europa
O padre Alain-Florent Gandoulou, na Alemanha, a 22 de fevereiro.

Onde os padres morrem violentamente, muitos outros cidadãos são igualmente assassinados. Comum a ambos é viverem em situações de risco especial. A sua entrega da vida diária, colmatada assim com a oferta cruenta, testemunha o seu modo de seguir o exemplo de seu Senhor Jesus Cristo.


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