«Deus devaneia, os pais pensam, os filhos fazem…» (Audácia).
1) Ajudar e incentivar os filhos a informar-se sobre as
profissões atuais e do futuro.
2) Conversar sobre objetivos de vida, os sonhos, medos e
inseguranças. Falar de acontecimentos da história, de personagens e
civilizações. Abordar avanços e retrocessos civilizacionais e ver o que se
espera da nova geração no presente e no futuro. Analisar e contribuir para uma
filosofia de vida: Será tudo obra do acaso? Haverá Deus? Quem e de que modo
poderá preservar a beleza do mundo e trabalhar por combater o mal?
3) Ajudar a distinguir entre curso e carreira profissional e
esclarecer que há cursos de especialização, de pós-graduação e, até, de outras
matérias que, no fundo, serão complementares à formação humana.
4) Mostrar que na vida nada é definitivo, e conversar sobre
a possibilidade da correção de rumo. Aclarar que um curso também pode servir de
rampa para outras atividades profissionais: um arquiteto pode interessar-se por
fotografia, desenho, cinema, moda. Um professor pode ser músico; um médico pode
interessar-se por botânica…
5) Conhecer os interesses e aptidões dos filhos, respeitar as
suas inclinações e apoiá-los desde pequenos.
6) Completar o currículo escolar com outro currículo mais
íntimo, que é o desenvolvimento das competências pessoais: trabalhar habilidades
importantes como espiritualidade, disciplina, entendimento da responsabilidade,
espírito de equipa, destreza manual e de raciocínio, sensibilidade estética, liderança,
gratidão, voluntariado, por exemplo.
7) Envolver em atividades extracurriculares que promovem o
autoconhecimento, ajudam a identificar mais claramente os gostos pessoais e
ensinam a gerir a vida segundo as prioridades.
8) Promover a gestão responsável do tempo e dos bens à
disposição: desde a disciplina no sono, na alimentação e na saúde, à gestão da
mesada, à orientação na via pública e respeito das regras de trânsito, à competência
nas compras e ao fazer tudo o que é necessário para a sobrevivência pessoal e
de outros.
9) Contar como aconteceu a sua escolha profissional, se
tiveram, ou não, liberdade de escolha, e se ficaram satisfeitos com a escolha feita.
Conversar sobre a transição da formação académica para o trabalho. Narrar o
significado do primeiro salário e o que fizeram com ele. Falar sobre as
profissões da família (pais, avós, tios).
10) Incentivar a sociabilidade e a humildade: cultivar o não
ter medo de perguntar o que não se sabe; o admitir os próprios limites e
delegar; o conhecer novos colegas e interagir com todos, aproveitando, sobretudo, tempos livres e entretenimentos para
encontrar temas ou interesses comuns para servir de inspiração.
11) Ajudar a definir um lema de vida, tal como: «Aumentar a felicidade
partilhada é o verdadeiro motor da inovação.»
Outras dicas são bem-vidas. Use o endereço eletrónico: fraternitasmovimento@gmail.com.

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