1. Toma uma atitude. Faz alguma coisa. Diante do ódio, a apatia é interpretada como uma aceitação pelos perpetradores, pelo público e - pior - pelas vítimas.
Os membros da comunidade devem agir. O ódio deve ser combatido com atos de bondade. Atende atentamente o telefone quando alguém pede ajuda. Liga para amigos e colegas. Organiza uma reunião no bairro ou na comunidade. Fala na igreja. Assina uma petição. Guia uma oração.
Os membros da comunidade devem agir. O ódio deve ser combatido com atos de bondade. Atende atentamente o telefone quando alguém pede ajuda. Liga para amigos e colegas. Organiza uma reunião no bairro ou na comunidade. Fala na igreja. Assina uma petição. Guia uma oração.
2. Junta forças. Procura aliados em igrejas, escolas, clubes e outros grupos cívicos. Cria uma coligação diversificada. Inclui crianças, polícia e meios de comunicação social. Recolhe ideias e envolve a todos.
3. Apoia as vítimas. As vítimas de crimes de ódio são particularmente vulneráveis. Se és uma vítima, relata qualquer incidente e pede ajuda. Se conheces vítimas de crimes de ódio na tua comunidade, demonstra o teu apoio. Mostra às vítimas que te importa. Envolve-as com conforto e proteção. Relata qualquer incidente. Tenta descobrir quais são os seus direitos legais.
4. Fala. O ódio deve ser exposto e relatado. Não discutas com membros de um grupo de ódio em fóruns baseados em conflitos. Em vez disso, fala com modos que desviam a atenção do ódio e se centram na unidade. A tolerância pode ser disseminada por meio das redes sociais, comunicação social, boletins de igrejas, folhetos porta em porta, cartas, anúncios impressos... Então, o ódio que fora colocado no centro das atenções, desvanece-se.
5. Educa-te. Uma campanha informada melhora a sua eficácia. Tenta conhecer a pessoa ou grupo que pratica o ódio, em quê estão envolvidos, o significado dos seus símbolos e o seu programa.
6. Cria alternativas. Não participes em comícios de ódio. Opta por outras saídas que não a raiva, a frustração, o desejo de fazer alguma coisa na mesma moeda. Organiza iniciativas em favor da concórdia.
7. Convence outros animadores de iniciativas de paz. Há pessoas que, pelos seus dons, podem ser aliados importantes: um pode usar a música, outro a poesia, outro, ainda, a pintura, etc. E, fundamental, é vencer preconceitos e atitudes de alheamento.
8. Envolve-te. A paz previne-se, faz-se e prolonga-se. Promove a aceitação dos outros e corrige os preconceitos antes que os crimes de ódio ocorram. O ódio que afeta as comunidades geralmente não vem de longe; muitas vezes começa em casa. Organiza atividades para reunir pessoas de diferentes idades, religiões e/ou grupos étnicos.
9. Ensina a aceitação. Os preconceitos são aprendido cedo, muitas vezes em casa. A escola e a paróquia podem educar para a tolerância, a aceitação, a convivialidade. Aceitação é basicamente uma decisão pessoal, uma atitude, uma convicção de que todas as pessoas são valiosas, de que ninguém é menor do que os outros. Estende a mão a colegas que possam correr o risco de serem submetidos a propostas que despertam para o preconceito e o ódio.
10. Aprofunda. Olha dentro de ti para descobrir os teus preconceitos e estereótipos. Empenha-te em destruir o ódio e a intolerância em casa, na escola, no trabalho e nas comunidades de fé.
Justiça, Paz e Integridade da Criação, em Jpic-jp.org

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