Em janeiro de 2019, havia 580 adolescentes, jovens e adultos a frequentar os seminários nas vinte dioceses católicas portuguesas.
Se forem acrescentados os alunos provenientes do estrangeiro, a Estatística Nacional dos Seminários aumenta para 595. Em comparação com 2012, quando se atingiu o número mínimo (474 seminaristas), verifica-se uma tendência de aumento.
As dioceses com mais alunos, de acordo com a notícia publicada pela Agência Ecclesia, são Lisboa (109), Porto (89) e Braga (62) a que se seguem Angra (47), Aveiro (46), Setúbal (40) e Viana do Castelo (40). No extremo oposto, estão Guarda e Portalegre-Castelo Branco (2), Algarve e Viseu (5).
Os números incluem os 258 alunos do pré-seminário (formação fora do seminário), seminários menores, ano propedêutico, seminários maiores (curso de teologia) e seminários Redemptoris Mater, do movimento do Caminho Neocatecumenal.
Estes números representam “uma esperança” para a Igreja Católica, tendo em conta uma certa “visão fatalista” provocada pelos casos mediáticos em que a estrutura eclesiástica tem estado envolvida, mas significa também “um desafio para que a formação seja cada vez mais eficaz”, considera, em declarações à Ecclesia, o padre José Alfredo da Costa, secretário da Comissão Episcopal para as Vocações e Ministério.
Síntese de António Marujo, em setemargens.com

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