O objetivo da catequese é que os jovens cristãos vivam
experiências inesquecíveis de comunhão com Deus e com os outros. Por isso,
fala-se e vive-se a amizade, a partilha de ideias e de celebrações, a
solidariedade, a oração.
E a catequese, verdadeiramente, nunca acaba. Ela tem duas
dimensões: uma em que se recebe e outra em que se dá.
Nem todos serão
catequistas, nem todos frequentarão formalmente a catequese, mas todos aprendem
em cada domingo, retiro ou peregrinação, por exemplo, ou por meio de revistas,
livros, filmes, festivais, etc.
Na Igreja, nada é ponto de chegada, tudo é pronto de partida. Todos aprendem e todos ensinam, porque o protagonista é Deus – o Pai, Jesus Cristo e o Espírito Santo. A nós cabe-nos a tarefa de servir, colaborar, apoiar.
Importante é fazer a
Vontade de Deus
Santo Afonso Maria de Ligório, no livro A Prática do amor a Jesus Cristo, enumerou quatro sinais para sabermos
se estamos a trabalhar na Igreja por amor a Deus ou por vaidade.
Primeiro: Se uma
iniciativa não corre conforme a expectativa, quem age só para Deus não se
perturba em caso de fracasso. Pensa: talvez não fosse o momento adequado;
talvez Deus não o quisesse.
Segundo: Alegra-se
com o bem que os outros fazem.
Terceiro: Aceita
de boa vontade qualquer trabalho que lhe é solicitado.
Quarto: Tendo
cumprido o seu dever, não fica à espera de louvores nem aprovações dos outros. Alegra-se
somente por ter contentado Deus. Se, porém, recebe críticas, não fica triste,
mas fortalece-se com a ajuda dos outros para fazer melhor.
Fernando Félix, em AUDÁCIA

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