«Se eu amasse o mundo, transformava-o. Se eu mudasse, o mundo também mudava»

Se eu mudasse…

Se eu mudasse a minha maneira de pensar em relação aos outros,
compreendê-los-ia

Se encontrasse o seu lado positivo,
com que alegria me comunicaria com eles.

Se mudasse de atitude para com os outros,
torná-los-ia felizes.

Se aceitasse cada um como ele é,
sofreria menos.

Se desejasse sempre o seu bem-estar,
eu seria feliz.

Se criticasse menos e amasse mais,
quantos amigos eu ganharia.

Se conhecesse melhor os meus erros e defeitos,
se experimentasse mudar,
quantas melhoras na minha família e no meu ambiente.

Se trocasse “ter mais” por “ ser mais”
tornava-me uma pessoa melhor.

Se eu, em vez de ser “eu”, passasse a ser nós
começaria a civilização do amor.

Se já não julgasse que sei tudo,
teria a possibilidade de aprender mais.

Se já não me identificasse com o que possuo:
títulos, dinheiro, estatuto, posição da família…
via que o mais importante é ser alguém que ama.

Se trocasse todos os meus medos por amor,
seria definitivamente livre.

Se em vez de competir com os outros, eu competisse comigo próprio,
seria cada vez melhor.

Se deixasse de invejar o alheio,
toda a minha energia seria empregue em conseguir o que é meu.

Se deixasse de esperar as coisas dos outros,
esperaria como presente tudo aquilo que me dão.

Se eu amasse o mundo,
transformava-o.

Se eu mudasse,
o mundo também mudava.

«Eco das Missões»

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