Se eu mudasse a minha
maneira de pensar em relação aos outros,
compreendê-los-ia
Se encontrasse o seu
lado positivo,
com que alegria me
comunicaria com eles.
Se mudasse de atitude
para com os outros,
torná-los-ia felizes.
Se aceitasse cada um
como ele é,
sofreria menos.
Se desejasse sempre
o seu bem-estar,
eu seria feliz.
Se criticasse menos
e amasse mais,
quantos amigos eu
ganharia.
Se conhecesse melhor
os meus erros e defeitos,
se experimentasse
mudar,
quantas melhoras na
minha família e no meu ambiente.
Se trocasse “ter
mais” por “ ser mais”
tornava-me uma
pessoa melhor.
Se eu, em vez de ser
“eu”, passasse a ser nós
começaria a civilização
do amor.
Se já não julgasse
que sei tudo,
teria a possibilidade
de aprender mais.
Se já não me identificasse
com o que possuo:
títulos, dinheiro,
estatuto, posição da família…
via que o mais importante
é ser alguém que ama.
Se trocasse todos os
meus medos por amor,
seria definitivamente
livre.
Se em vez de competir
com os outros, eu competisse comigo próprio,
seria cada vez
melhor.
Se deixasse de
invejar o alheio,
toda a minha energia
seria empregue em conseguir o que é meu.
Se deixasse de
esperar as coisas dos outros,
esperaria como presente
tudo aquilo que me dão.
Se eu amasse o
mundo,
transformava-o.
Se eu mudasse,
o mundo também
mudava.
«Eco das Missões»

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