O Calendário inter-religioso, lançado pela Paulinas Editora e com o apoio do Alto Comissariado para as Migrações, apresenta as celebrações de sete religiões e onze tradições religiosas que é necessário «dar a conhecer». Pode ser adquirido aqui: https://www.paulinas.pt/loja/minimedia/calendarios/calendarios-calendarios/celebracao-do-tempo-2020
O calendário «Celebração do Tempo 2020» assinala o Ano Internacional da Fitossanidade e tem como temática literária os Direitos Humanos.
Editado pela Paulinas Editora, com o apoio do ACM, o calendário apresenta as festividades de cada uma das confissões religiosas mais representativas em Portugal – Budismo, Cristianismo (Anglicanos, Católicos, Evangélicos e Ortodoxos), Fé Bahá’í, Hinduísmo, Islamismo, Judaísmo, e Tradições chinesas –, bem como efemérides nacionais e internacionais, da ONU e da União Europeia.
Rui Costa Oliveira é o responsável por este calendário inter-religioso que, desde 2003, «junta as celebrações dos tempos fortes das confissões religiosas mais representativas em Portugal: Budismo, Cristianismo (Anglicanos, Católicos, Evangélicos e Ortodoxos), Fé Bahá’í, Hinduísmo, Islamismo, Judaísmo, e Tradições chinesas».
«Este calendário dá a perceber o que cada um está a celebrar naquele momento e que a grande preocupação é que se conheça o outro, aquele que está ao nosso lado e dar a possibilidade de nos dar a conhecer a nós», refere, em declarações à Agência ECCLESIA.
Na opinião do responsável, este não é só um calendário, mas «onze calendários que ali se juntam», num formato vertical, e foi adotada a «representatividade em Portugal» como critério de seleção, numa organização do Alto Comissariado para as Migrações (ACM) e da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Para Rui Costa Oliveira, um calendário é um «instrumento de poder» pelas razões históricas que ao longo dos tempos foram sentindo a necessidade de organizar o tempo.
«Um calendário é um instrumento de poder, basta verificar na contracapa que tem uma sinopse dos calendários e a História de como nasceram, para verificar que alguns nascem com pessoas do poder, seja imperador ou governante, são instrumentos de poder, quem domina o calendário faz a gestão dos tempos das sociedade», acrescenta.
HM/SN. Agência Ecclesia



Comentários
Enviar um comentário