6 aspetos da nossa vida de que nos devemos orgulhar

Cada um de nós vive cada momento à sua maneira. Com cada atitude, manifestamos a nossa verdade e partilhamo-la com os outros. Isso é, ao mesmo tempo, um processo de crescimento pessoal – para o bem ou para o mal – e de solidariedade ou inimizade social.

Com isto em mente, há aspetos da nossa vida que nos devemos orgulhar:

1. Orgulhemo-nos do tempo gasto no crescimento pessoal
Os mais sábios e felizes respeitam e aproveitam o tempo que tem; evitam a perda desnecessária dele; e usam-no para crescer como pessoas ao longo de toda a vida. Isso significa ler, escutar, ver, rezar, conviver, relacionar-se, passear…

Há quem, todavia, “envelheça” muito rápido, porque esgotou os seus planos muito cedo: quando chegou ao que a sociedade diz ser a “maturidade” (18 anos); quando casou, quando comprou casa ou carro; quando se dedica inteiramente a uma carreira, em detrimento de outras dimensões da sua existência.

Os sábios não acreditam que o momento certo para dar o próximo passo irá, de alguma forma mágica, acontecer amanhã, ou na próxima semana, ou no próximo mês, ou no próximo ano, etc. O agora mesmo, este instante, é, para eles, é um passo importantíssimo na caminhada que é a vida.

2. Orgulhemo-nos de viver os nossos princípios, valores e convicções todos os dias
Estar convicto de algo e viver de acordo com isso é ser verdadeiros. Quem não o fizer, transforma a sua vida numa mentira, e acabará mal. A verdade está no que é bom, belo, útil, faz bem – valores que se associal ao coração. Por isso se diz «segue o teu coração».

3. Orgulhemo-nos da alegria e da liberdade de ter uma mente aberta.
Mesmo que fiquemos mais sábio com a idade, devemos lembrar-nos que o entendimento de algo nunca é absoluto. O que hoje temos como certo, amanhã pode facilmente ser acrescentado com a sabedoria dos outros ou, pelo contrário, corrigido como errado. Assim, é sábio quem respeita a vida como um crescimento contínuo e em movimento, e não ter um ponto de vista fixo.

4. Orgulhemo-nos de ter relacionamentos que nos fazem e que fazemos crescer.
Há pessoas que nos acrescentam algo (ou a quem acrescentamos algo) e pessoas que nos completam (e a quem completamos). Viver é, precisamente, ajudar e ser ajudado a encontrar o melhor de cada um para o bem de todos.

5. Orgulhemo-nos da nossa história pessoal de vida
Felizes de nós se encontramos na nossa vida assunto para escrever uma biografia que mereça ser lida pelos outros (ou que inspire uma notícia, uma música, um filme). Para sermos recordados, é suficiente isso: fazer algo que mereça a atenção e a empatia dos outros.

6. Orgulhemo-nos do lado proativo das surpresas da vida
Muito mais importante do que o que acontece é o que escolhemos fazer com o que acontece. E as opções são sempre abundantes. A vida que vivemos é a que escolhemos viver.

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