A
vida responde quando lhe fazemos perguntas, como: o quê? Porquê?
Para quê? Onde? Quando? Como? Com quem? Quem pede? As respostas
indicam o rumo para a existência.
O
primeiro passo para estruturares a vida é descobrires as tuas
aptidões e paixões. Uma das primeiras perguntas a fazer quando se
projeta o futuro poderá ser esta: «O que me deixa feliz?» A tarefa
seguinte será fazer uma lista do que te traz felicidade e, depois,
descobrir porque tais pessoas, coisas e/ou experiências te deixam
feliz. Por detrás dessas respostas existem paixões. E aquilo de que
gostas pode estar relacionado com a tua futura vocação para o
casamento ou para o sacerdócio ou vida religiosa, para o teu
emprego, ou, ainda, com os teus passatempos favoritos.
Quem
admiras e porquê?
Não
viemos ao mundo por iniciativa própria nem sozinhos, e não vivemos
sós. Há pessoas que nos fazem pedidos; outras são generosas
connosco de muitas maneiras; por algumas sentimos um profundo
respeito e admiração, porque nos inspiram e nos fazem refletir…
Essas pessoas podem ser amigo ou amiga, familiar, artista, líder
social ou espiritual... A admiração cria seguidores; as ideias
concebem atitudes; o bem gera mais bem.
Tens
orgulho no teu trabalho?
Se
no estudo tiveste boas notas; se aquela tarefa que te pediram foi
concluída com êxito, se tens orgulho no que fizeste voluntariamente
e despertaste satisfação nos que te rodeiam, é sinal de que és um
bom profissional e uma mais-valia para a sociedade.
Ficas
nervoso a pensar no dia seguinte?
A
véspera de um teste, de uma entrevista, de um passeio a um lugar
desconhecido e sempre desejado, o dia anterior à festa por que
anseias… estas e outras situações são de stress bom:
estás a exercitar-te para teres o melhor desempenho possível.
Já
perdeste a noção do tempo?
Quando
gostamos do que fazemos, nem damos conta de o tempo passar. Quantas
vezes isso aconteceu contigo?
Gostam
de ti e outros não te suportam?
És
agradável, ou escondes as emoções? És humilde, ou não tens
sentido de humor? Estás sempre disponível, ou ficas inseguro?
Partilhas ideias, ou ages como se não gostasses de ninguém?
Continua o exame…
Que
fazes perante um fracasso?
Se
prevês que algo não vai dar certo, o que fazes? E, quando algo
correu mal ou sucedeu um imprevisto, imaginas um plano ou desistes?
Acreditas que há sempre segundas oportunidades?
Como
gostas de ajudar?
Se
alguém te pede ajuda, como reages? Vês isso como uma maçada ou
alegras-te ao perceber como os outros te veem e o que esperam de ti?
E és capaz de te oferecer para ajudar mesmo se não te pedem
auxílio, ou sem receber qualquer recompensa? A finalidade da vida é
ser feliz em comunhão com Deus, com os outros e a Natureza.
Trocarias
algo bom por um bem maior?
Cada
escolha implica renunciar. Na perspetiva da vocação, a renúncia
por opção não é um mal, mas é amor. Significa consagrar-se
totalmente, e isso pode ter que ver com um projeto de vida com uma
pessoa (casamento), uma causa ou com uma vocação na Igreja.
Fêjó

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