Aprender a orar, imitando Jesus Cristo: eis as 28 vezes em que Jesus orou

Aos 12 anos, no Templo, na Casa do Pai (Lc 2, 46-50).

Na hora de ser batizado e de assumir a missão, ele reza (Lc 3, 21).

Na hora de iniciar a missão, passa quarenta dias no deserto (Lc 4, 1-2).

Na hora da tentação, ele enfrenta o diabo com textos da Escritura (Lc 4, 3-12).

Na hora de escolher os doze apóstolos, passa a noite em oração (Lc 6, 12).

Na hora de fazer levantamento da realidade e de falar da sua paixão, ele reza (Lc 9, 18).

Diante da revelação do Evangelho aos pequenos: “Pai eu te agradeço!” (Lc 10, 21).

Na cura do surdo-mudo, olhou para o céu e gemeu (Mc 7, 34).

Na hora de ressuscitar Lázaro: “Pai eu sei que sempre me ouves!”(Jo 11, 41-42).

Tem o costume de participar das celebrações nas sinagogas aos sábados (Lc 4, 16).

Nas grandes festas, participa das peregrinações ao Templo de Jerusalém (Jo 5, 1).

Reza antes das refeições (Lc 9, 16; 24,30).

Procura a solidão do deserto para rezar (Mc 1, 35; Lc 5, 16; 9,18).

Rezando, desperta nos apóstolos vontade de rezar (Lc 11, 1).

Rezou por Pedro para ele não desfalecer na fé (Lc 22, 32).

A pedido das mães, dá a bênção às crianças (Mc 10, 16).

Celebra a Ceia Pascal com seus discípulos (Lc 22, 7-44).

Ao sair da Ceia para o Horto, reza salmos com os discípulos (Mt 26, 30).

No Monte, é transfigurado enquanto reza (Lc 9,28).

Na hora da despedida, reza a oração sacerdotal (Jo 17,1-26).

No Horto das Oliveiras ele reza: “Triste é minha alma” (Mc 14,34; cf. Sl 42,56).

Na angústia da agonia, pede aos três amigos para rezar com ele (Mt 26,38).

Na hora de ser pregado na cruz, pede perdão pelos carrascos (Lc 23,34).

Na cruz, solta o lamento: “Meu Deus! Por que me abandonaste?” (Mc 15,34; Sl 22,2).

Na hora da morte: “Em tuas mãos, entrego meu espírito!” (Lc 23,46; Sl 31,6).

Jesus morre soltando o grito do pobre (Mc 15,37).

Jesus chegou a fazer um salmo que ele orava cotidianamente e o ensinou para nós. É o Pai Nosso (Mt 6,9-13; Lc 11,2-4).

Sua vida era uma oração permanente: “Eu, a cada momento, faço o que pai me mostra para fazer!” (Jo 5,19.30).

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