a dizer adeus às pessoas que amo,
Sem as tirar do meu coração.
A sorrir às pessoas que não gostam de mim,
para lhes mostrar que sou diferente do que elas pensam.
A não fazer de conta que tudo está bem, quando isso não é
verdade,
para que eu possa acreditar que tudo vai mudar.
A calar-me para ouvir.
A aprender com os meus erros; afinal,
eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças.
A sorrir quando o que mais desejo é gritar ao mundo todas as
minhas dores.
A ser forte quando os que amo estão com problemas.
A ser carinhosa com todos que precisam do meu carinho;
A ouvir a todos que só precisam desabafar.
A amar aos que me magoam ou querem fazer de mim um depósito
das suas frustrações e desafetos.
A perdoar incondicionalmente,
pois já precisei desse perdão.
A amar incondicionalmente,
pois também preciso desse amor.
A alegrar quem precisa.
A pedir perdão.
A sonhar acordada.
A acordar para a realidade (sempre que necessário).
A aproveitar cada instante de felicidade.
A chorar de saudade sem vergonha de o demonstrar.
A ter olhos para «ver e ouvir estrelas», embora nem sempre
consiga entendê-las.
A ver o encanto do pôr-do-sol.
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, mas sempre a lutar
para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser.
A abrir as minhas janelas para o amor.
A não temer o futuro.
A aproveitar o presente, como um presente que da vida
recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesma tenha de lapidar, dando-lhe
forma da maneira que eu escolher.
Fênix Faustine, pensadora

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