A todos os meus amigos, porque gostam de mim assim;
A todos os que não gostam tanto de mim porque me obrigam a pensar;
Aos que me fizeram bem, porque fiquei mais forte;
Aos que me fizeram mal, porque me obrigam ao mais difícil exercício de todos, perdoar;
Aos que me ensinaram, porque ganhei tempo;
Aos que ensinei, porque me fizeram útil;
Aos que me ajudaram, porque é bom receber;
Aos que ajudei, porque me fizeram benevolente;
Aos que me inspiraram, porque sorri;
Aos que inspirei, porque me emocionei;
Àqueles que me mostraram Deus... e insistiram em dizer que a qualidade do que colhemos tem que ver com o que semeamos...
A Deus que tudo pode e sempre me sustenta... e não me consente deixar de acreditar no bem, na verdade, na beleza... apesar de tudo!
Vanda Barata, catequista de Lisboa

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