Jesus Cristo não era um homem de ritos. A Ceia/Eucaristia é um convite a imitar a sua entrega aos outros
Irmãos e irmãs, somos Corpo de Cristo, e, por isso, pão
partido, vinho oferecido, vida partida e partilhada; pois estas são as marcas
de cada discípulo de Jesus de Nazaré.
Oremos: Queremos ser comida e bebida para os famintos e sedentos
• Que a Igreja seja identificada como uma comunidade de solidariedade,
que se aproxima e trabalha incansavelmente pelos mais desfavorecidos deste
mundo; uma comunidade respeitadora da diversidade e comprometida com toda a
humanidade.
Queremos ser comida e bebida para os famintos e sedentos
• Que os crentes em cada celebração eucarística renovemos o
nosso compromisso, como seguidores de Jesus, vivendo numa chave de serviço, de
dedicação e comprometidos com um mundo mais humano e justo.
Queremos ser comida e bebida para os famintos e sedentos
• Que nos deixemos afetar por tanta desigualdade no nosso
mundo: por aqueles que sofrem fome, maus-tratos, guerra, desemprego, despejos,
discriminação e exclusão.
Queremos ser comida e bebida para os famintos e sedentos
• Que sejamos Boa Nova dando-nos por inteiro, partilhando o
nosso tempo e os nossos bens nas periferias das nossas aldeias e cidades.
Queremos ser comida e bebida para os famintos e sedentos
Família Divina, que nos convidas para o banquete dos teus
filhos, que nós vivamos responsavelmente e em comunhão com toda a humanidade.
É verdadeiramente justo e obrigatório agradecer-Te porque
nos deste como irmão e guia a Jesus de Nazaré.
Estamos reunidos à volta de uma mesa, nesta solene da
Eucaristia.
Não esperamos qualquer milagre, e na missa ninguém profere palavras mágicas.
Estamos a praticar hoje a Última Ceia que Jesus celebrou com
os seus amigos.
Quando tentou ensiná-los a entregar-se ao serviço dos outros,
deixou-lhes uma imagem muito gráfica e fácil de reproduzir: a de um pão partido
e dividido em pedaços para cada amigo e a de um copo de vinho do qual todos
bebiam.
Jesus não era um homem de ritos. Quando ele nos disse «Fazei isto em memória de Mim", Ele
não queria instituir nenhum ato de adoração, mas convidar-nos a imitar a sua entrega
aos outros. Pois Jesus disse:
«Isto é o meu corpo, que vai ser entregue por vós; fazei isto em minha memória.»
Fez o mesmo com o cálice, dizendo: «Este cálice é a nova Aliança no meu sangue, que vai ser derramado por vós.» (Lucas 22, 14-20)
Jesus quer que nos lembremos da sua vida até à sua morte,
É este o sentido do que fazemos: colocar ao serviço dos
outros tudo o que somos, a nossa vida.
Celebrar uma Eucaristia encoraja-nos a comprometer-nos
«Isto é o meu corpo, que vai ser entregue por vós; fazei isto em minha memória.»
Fez o mesmo com o cálice, dizendo: «Este cálice é a nova Aliança no meu sangue, que vai ser derramado por vós.» (Lucas 22, 14-20)
Vicky Irigaray e Rafael Calvo, em Fé Adulta

Jesus era um homem de ritos como qualquer judeu honesto e temente a Deus. Se o não fossz, porquê escolher instituir a Eucaristia num contexto de uma ceia ritual? Negar o rito é negar o homem.
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