Quase 60 anos se passaram desde a promulgação da Sacrosanctum Concilium, a carta magna da reforma litúrgica.
Esta Constituição Apostólica foi aprovada no dia 4 de Dezembro de 1963, no termo da segunda sessão do Concílio Vaticano II, presidida pelo Papa Paulo VI com uma votação praticamente unânime dos Padres conciliares (2.147 votos a favor e 4 contrários).
Olhando em volta, compreende-se que aquela viragem e aquele esforço não foram suficientes, até porque tudo está em perpétuo movimento e pede constante e flexível adaptação. Sem falar nos nostálgicos do rito antigo. Sim, a celebração litúrgica constitui hoje um problema grande, muito grande. E um dos seus nós diz respeito às mulheres. Na verdade, uma distonia de “género” é evidente nela.

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