A tradição de venerar a Virgem vem da Igreja primitiva. O
Concílio de Éfeso (ano 431) disse que Maria era mãe de Deus (a que deu à luz a
Deus). No entanto, a definição do dogma da Assunção é muito recente. Foi o Papa
Pio XII que, a 1 de novembro de 1950, proclamou que Maria, a mãe do Senhor, foi
levada aos Céus em corpo e alma.
Talvez pareça mera coincidência, mas a definição da Assunção feita por Pio XII no dia 1º de novembro, festa de Todos os Santos, indica que toda a humanidade é chamada com Jesus Cristo e Maria à plenitude do Céu.
Uma festa cheia de vida e alegria
O relato do Evangelho de hoje está cheio de vida e alegria: «Enquanto Jesus falava, uma mulher levantou a voz no meio da multidão e disse: "Feliz Aquela que Te trouxe no seu ventre e Te amamentou ao seu peito!"
Mas Jesus respondeu: "Mais felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática."» (Lc 11, 27-28)
Talvez pareça mera coincidência, mas a definição da Assunção feita por Pio XII no dia 1º de novembro, festa de Todos os Santos, indica que toda a humanidade é chamada com Jesus Cristo e Maria à plenitude do Céu.
O relato do Evangelho de hoje está cheio de vida e alegria: «Enquanto Jesus falava, uma mulher levantou a voz no meio da multidão e disse: "Feliz Aquela que Te trouxe no seu ventre e Te amamentou ao seu peito!"
Mas Jesus respondeu: "Mais felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática."» (Lc 11, 27-28)
Sabemos que a vida tem dificuldades e que para enfrentá-las é preciso contar com líderes entusiasmados - líder é quem tem a capacidade de atrair e guiar de forma inspiradora todos que estão ao seu redor -, que orientem, animem, motivem as pessoas a dar o melhor de cada um para o bem de todos.
Jesus Cristo, Deus connosco, mostra que a existência humana é encontro, é criar vida, é bênção, é alegria, é congratular-se pelas pequenas e grandes coisas que o ser humano faz, e isso é pôr em prática a Palavra de Deus.
A festa da Assunção fala de esperança: o nosso passado, presente e futuro é o Céu.
A sociedade tende a substituir a esperança pelo progresso. Confiamos no progresso, para vencer o que ameaça a nossa sobrevivência. Com o progresso, conseguimos adiar a morte. Porém, não a vencemos.
A esperança, dom de Deus, não nos livra das dificuldades, mas diz que não estamos sós e que podemos enfrentá-las, porque Deus nos dá talentos e ajuda fraterna.
A esperança também não nos livra da dificuldade em
saber como, onde ou quando será a nossa morte. Mas diz-nos com quem será – no abraço
de Deus – e assegura-nos que o nosso fim não é esta Terra, mas é o mesmo de
Jesus Cristo: o Céu, onde Ele e Maria nos precederam.

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