Convocação: quem participou num programa de intercâmbio - de estudantes ou por outro motivo concorde: religioso, cultural, ecológico - tem a responsabilidade de ser ator principal na edificação da paz
Todos os anos, há famílias portuguesas que têm a graça - o privilégio - de poder contactar e acolher jovens e jovens-adultos de tudo o mundo, cristãos, muçulmanos, judeus, ateus e/ou agnósticos, que vêm para Portugal estudar (na maior parte ao abrigo de programas de intercâmbio de estudantes).
Esta experiência vivencial é um dom de Deus, que nos criou como seus filhos, e é um testemunho vivo de que a concórdia, a fraternidade, a paz entre pessoas e povos é possível e exequível. Partilharmos da mesma humanidade faz-nos próximos, sobretudo nos anseios e nas alegrias, nas conquistas e nos sofrimentos. A comunhão de vida pode ser mais intensa quando os acolhidos vêm de situações de conflito que ocorrem no mundo globalizado.
Os programas de intercâmbio de estudantes (exemplo ERASMUS), para além de permitirem troca de conhecimento, são fermento para a edificação da paz entre pessoas, o que se refletirá em relações pacíficas entre povos.
Por isso, quem participou num programa de intercâmbio - de estudantes ou por outro qualquer motivo concorde: religioso, cultural, ecológico - está comprometido(a) com a humanidade e tem a responsabilidade de ser ator principal na edificação da paz.
É sempre possível reunir os contactos desses tempos, organizar eventos, congregar em torno da causa da paz e mostrar isso a este mundo ferido e desnorteado.
Rezo por cada pessoa, para que a vontade de cada um de nós seja a Vontade do nosso Pai Comum: «Amai-vos como Eu vos amo.»
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