Em setembro, celebramos Nossa Senhora em três datas: Dia 8 – a sua Natividade; Dia 12 – o seu Santíssimo Nome; Dia 15 – Nossa Senhora das Dores.
Ela é a Senhora Nossa. É Ela a medianeira e a auxiliadora de todos os povos da Terra, como exemplo para nós.
As Bem-Aventuranças em Nossa Senhora
«Maria viveu como ninguém as bem-aventuranças de Jesus. É Aquela que estremecia de júbilo na presença de Deus, Aquela que conservava tudo no seu coração e Se deixou atravessar pela espada. É a mais abençoada dos santos entre os santos, Aquela que nos mostra o caminho da santidade e nos acompanha.» (Papa Francisco, exortação apostólica Alegrai-vos e exultai, n.º 176)
(Primeira Bem-Aventurança) – A fé de Maria em momentos de escuridão. Ela prefere confiar em Deus; um Deus que nos ama incondicionalmente, um Deus que quis estabelecer a sua presença entre nós e que deseja mantê-la através da comunidade dos seus discípulos, que é a Igreja.
(Segunda Bem-Aventurança) – O facto de Nossa Senhora jamais ter deixado de amar. Nunca esteve contra ninguém: inclusive quando viu, com os seus próprios olhos, o seu Filho, Jesus Cristo, a morrer na cruz, continuou a amar. Aceitou o pedido d’Ele para ser a Mãe de todos os viventes e tornou isso visível ao acolher o apóstolo João.
(Terceira Bem-Aventurança) – A sua simplicidade. Maria tornou natural aquilo que era sobrenatural, fácil o que era difícil, simples o que era complicado, costumeiro o que era extraordinário.
(Quarta Bem-Aventurança) – A grandeza da sua humildade. Aceitou ser Mãe de Deus sem Se vangloriar; em vez disso, pôs-Se ao serviço, levando apressadamente Jesus aos outros e cantando as maravilhas de Deus.
(Quinta Bem-Aventurança) – A obediência. Não pretendeu determinar o modo de seguir a Deus, mas deixou que o seu Senhor dispusesse d’Ela como entendesse.
(Sexta Bem-Aventurança) – A fidelidade da Virgem, mesmo nos sofrimentos, e a sua força. Foi capaz de carregar a sua cruz. Sempre. Sem duvidar. Sem contestar. Sem resistir.
(Sétima Bem-Aventurança) – A presença. Teve força para suportar os sofrimentos e sabedoria para ver a vitória de Deus. Permaneceu junto à Cruz de seu filho, conforme lhe pedia o seu coração de Mãe – ou seja, de pé – e manteve-se unida à comunidade cristã, assim como assídua à Eucaristia e à caridade fraterna.
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